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segunda-feira, 11 de julho de 2011

LEITE CREME

RECEITA
Aqui vai a receita desta deliciosa sobremesa.

INGREDIENTES

  • 1 litro Leite
  • 150 gramas açúcar
  • 60 gramas Farinha
  • 1 casca de limão
  • 1 pau de canela
  • 3 a 4 gemas de ovo
MODO DE FAZER


Coloque o leite para ferver junto com a casca de limão e um pau de canela.
Misture bem o açúcar com a farinha e adicione progressivamente ao leite quente.
Deixe ferver durante alguns minutos, mexendo sempre, até adquirir uma consistência menos líquida.
Junte umas colheres deste creme às gemas de ovo mexidas e depois adicione-as lentamente ao creme, mexendo sempre.
Retire o pau de canela e a casca de limão e verta numa taça ou em taças individuais.
Polvilhe com açúcar e queime com um ferro quente, mas se preferir pode polvilhar apenas com canela em pó.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CUIDADO NA HORA DE TROCAR O REFRIGERANTE PELO SUCO


Refrigerantes são calóricos e possuem açúcar. Então, você resolve que tomar suco de caixinha é mais saudável.

Aí é que você se engana!!!!

Algumas coisas precisam ficar claras para quem quer trocar a bebida na hora de se refrescar. Sucos de fruta industrializados, e até mesmo os a base de soja, contém uma quantidade de açúcar, calorias, conservantes e corantes que os tornam praticamente tão inimigos da dieta do que os refrigerantes. Dê uma olhada no rótulo dos sucos e compare o número de calorias e carboidratos.
O mesmo acontece com sucos em pó comuns. Eles possuem altas doses de corantes, aromatizantes e açúcares.
Se a ideia é ingerir líquidos mais saudáveis, a melhor pedida é preparar sucos naturais, com polpa (e casca) de frutas e consumi-los geladinhos e sem açúcar. Ou você pode optar, ainda, por valer-se da boa e velha água e não correr o risco de errar.

http://www.entrenalinea.com.br/cuidado-na-hora-de-trocar-o-refrigerante-pelo-suco/

domingo, 24 de janeiro de 2010

EDULCORANTES, ADOÇANTES E AÇÚCAR


De certo caros leitores já rapararam nas etiquetas de Informação Nutricional ou nos ingredientes a palavra edulcorante, adoçante e ou também de açucar. Ora pois ... quanto ao açucar devem todos saber do que se trata, não é ? Mas e quanto aos adoçantes e edulcorantes ?


O QUE SÃO EDULCORANTES?

São substâncias com alta capacidade de adoçar, conhecidos como adoçantes. Geralmente são dezenas, às vezes centenas de vezes mais doces do que o açúcar tradicional. São indicados para quem não pode ingerir açúcar e/ou para portadores de doenças como diabetes e obesidade que necessitam de uma restrição calórica.
É importante que a população fique bem atenta sobre o consumo de edulcorantes, que devem ser usados em casos indicados, na quantidade permitida por lei, para que não prejudiquem sua saúde

A legislação brasileira divide os adoçantes em naturais e artificiais. O mais conhecido dos naturais é a estévia, além da frutose e do sorbitol. Dos artificiais o aspartame, ciclamato e sacarina. O que difere as duas modalidades é a origem do adoçante e também seu poder de doçura em relação ao açúcar. Os edulcorantes apresentam um poder adoçante maior.
Os adoçantes chamados naturais são originados de plantas ou moléculas de compostos naturais, como na lactose do leite, o lactitol; e a própria estévia, da planta Stevia rebaudiana, único edulcorante natural produzido em larga escala, cultivado nos países orientais, como China e Japão, e na fronteira do Paraguai. Enquanto que os artificiais são feitos a partir de moléculas sintéticas.
A estévia adoça 300 vezes mais que o açúcar. Já bastante consumido em países como o Japão, no Brasil chegou mais recentemente. Possui sabor residual amargo, mas tem o benefício de ser um adoçante natural.
O Sorbitol é uma substância natural presente em algumas frutas, algas marinhas etc. Com poder edulcorante igual ao da sacarose e similar ao da glicose, não sendo aconselhável a pacientes obesos e diabéticos mal controlados. Calórico, fornece 4 calorias/grama e ao ser absorvido se transforma em frutose no organismo. A frutose é transformada em glicose no fígado, mas como o processo é lento, não altera significativamente a glicemia. Não provoca cáries, não é tóxico e apresenta boa estabilidade. Resiste, sem perder seu potencial adoçante, a processos de aquecimento, evaporação e cozimento.
A Frutose é um edulcorante natural, de sabor agradável e extraído do açúcar das frutas. É importante como no caso do sorbitol o diabético estar bem compensado para usar produtos à base de frutose, já que a substância tem 4 calorias/grama. É uma vez e meia mais doce que a sacarose, com poder de adoçamento 173 vezes maior. Excesso de frutose pode causar aumento de triglicerídeos e pessoas com problemas no metabolismo de lipídios e gorduras devem evitar o consumo desse edulcorante. Estudos comprovam que o uso por tempo prolongado dificulta a absorção do cobre, mineral importante na síntese da hemoglobina (responsável pela pigmentação dos glóbulos vermelhos).
Já o aspartame (E951) adoça 200 vezes mais que o açúcar, mas Tem o sabor muito parecido com o açúcar, não tem o sabor amargo. Não é muito estável para uso culinário. Pode provocar aumento de apetite e ganho de peso. A medida estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o seu consumo é de 40mg por quilo de peso diariamente. Exemplo: uma pessoa que pesa 60 kg pode consumir 2400 mg do edulcorante Aspartame. Isso significa 60g do Adoçante Aspartame ao dia. O aminoácido que contém Fenilanina é muito tóxico para o sistema nervoso, se não se elimina rapidamente do sangue, por isso pode ser nocivo para pessoas com dificuldade de metabolizar este aminoácido, como o caso doss portadores de uma deficiência rara, fenilcetonúria, devendo assim evitar o consumo de aspartame. Esses indivíduos também são incapazes de metabolizar a fenilalanina de qualquer alimento, devendo ser submetidos a uma dieta rigorosa. A legislação brasileira obriga que os alimentos que contém aspartame tragam no rótulo a advertência em destaque e negrito: CONTÉM FENILALANINA.
A Sacarina (E 954) é também um edulcorante artificial 500 vezes mais doce que o açúcar, apresenta um sabor doce um tanto amargo e metálico. Foi o primeiro edulcorante não calórico que se descobriu É utilizado mundialmente em diversos produtos na indústria de alimentos (biscoitos, sorvetes, refrigerantes, alimentos diet e light), medicamento (xaropes, pastilhas) e também é possível encontrá-lo em cremes dentais e anti-sépticos bucais. Em 1972 foi eliminada da lista de aditivos seguros nos E.U.A. embora na União Europeia continue a ser autorizada. Aconselha-se como dose diária 2,5 mg por kg (quilo) de peso (170 mg para uma pessoa de 70 kg – quantidade que se encontra em 2L de refresco carbónico ).
A Sucralose, foi descoberta em 1976,acaba de ser aprovada pela Administração de Drogas e Alimentos (FDA), dos EUA. Trata-se de um edulcorante sintético com poder adoçante 600 vezes maior do que a sacarose. Não é calórico e possui sabor agradável. Também não é metabolizada pelo organismo, sendo eliminada por completo em 24 horas pela urina. Estável a temperaturas altas e baixas e em longos períodos de armazenamento. Pode ser usada como adoçante de mesa, em formulações secas (como refrescos e sobremesas instantâneas), em aromatizantes, conservantes, temperos, molhos prontos, compotas, etc. Não produz cáries, além de reduzir a produção de ácidos, responsáveis pela sua formação. IDA correspondente a 15 mg/kg de peso corpóreo.
O ciclamato ( E952 ), edulcorante artificial 30 vezes mais doce que o açúcar, é usado mundialmente há mais 30 anos, não provocando cáries podendo ser também combinado a outros edulcorantes. Viu-se que potenciava o efeito da sacarina, ao misturar-se com ela reduz-se assim a sua acção amarga. Proibiu-se o seu uso nos E.U.A. pelo seu efeito cancerígeno observado em experiências. Em muitos países da União Europeia são permitidos. Dose diária de 11mg por kg de peso. Estes dois últimos edulcorantes são contra-indicados em casos específicos, como nos hipertensos, devido à grande quantidade de sódio contido em sua formulação.

O limite estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Anvisa para a ingestão diária aceitável é calculado pelo peso do individuo e, dentro destes limites, não se observa risco de efeito deletério. Mas é importante salientar que, em quantidades excessivas, de cerca de dez vezes os limites, os edulcorantes podem causar de diarreia até efeitos neurológicos.
As contra-indicações são para grávidas e mulheres que estão amamentando, para evitar que o bebê sofra algum tipo de alergia devido aos compostos sintéticos. Também não é recomendado em crianças, exceto para as que possuem diabetes ou obesidade, sempre devidamente orientadas por nutricionista ou médico.

O Açúcar, sendo o mais aconselhável o mascavado escuro e a rapadura, são bastante desequilibrados a nível nutritivo pois não contém proteínas nem gorduras, vitaminas, minerais e fibras. São formados por hidratos de carbono praticamente puros. Provocam desequilíbrio metabólico visto que para que este seja metabolizado e se converta em energia, necessita de vitaminas do complexo B (especialmente B1, absolutamente necessária para o equilíbrio geral, desde o sistema nervoso, pele, vitalidade, visão, entre outros. Temos agora o Mel, que possui várias propriedades curativas e que nos fornece rápida energia visto os seus açúcares não precisarem ser digeridos e passarem directamente para serem absorvidos pelo sangue. Este sim contém vitaminas do grupo B, minerais (cálcio e fósforo) que favorecem a combustão dos açúcares nas células. Deve contudo ser consumido regradamente para não causar transtornos digestivos e especialmente com moderação em casos de diabetes e alergias. Não é aconselhável ministrá-lo a crianças menores de um ano.
Os Xaropes Naturais como o Xarope de Milho, de Trigo, a Geleia de Espelta, de Mandioca, de Cevada (Malte de Cevada), o Melaço de Cana (que é rico em cálcio, ferro, potássio, magnésio e vitamina B6 entre outros oligoelementos), são mais saudáveis que as restantes açúcares pois contém menor quantidade de açúcar e logo menos calorias e mais vitamina e minerais, sendo uma boa alternativa.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

NOVO TIPO DE AÇÚCAR PODE CONTROLAR DIABETES

Caiu um dogma!!!!

Não se pode mais dizer que os diabéticos devem ficar longe de qualquer tipo de açúcar. Devem, sim, ficar longe dos açúcares que atravessam rapidamente as paredes do intestino e se acumulam no sangue como a glicose, molécula essencial para qualquer organismo produzir a energia necessária para se manter.
Pesquisadores do Instituto de Botânica de São Paulo e da Universidade Federal de Lavras (UFLA) extraíram do capim-favorito - uma gramínea que cresce à beira de estradas - um tipo específico de açúcar chamado betaglucano, que pode ter um efeito benéfico: diminuir a quantidade de glicose da corrente sangüínea, como demonstraram experimentos realizados com ratos. O excesso de glicose no sangue, uma característica do diabetes, pode levar à dificuldade de cicatrização, à cegueira ou mesmo a problemas cardíacos que, se não detidos, conduzem ao infarto.
Estudos feitos no Canadá, Suíça, França, Suécia e Japão com grupos de voluntários humanos consideram esse açúcar como um recurso a mais para tratar um problema que atinge 150 milhões de pessoas no mundo inteiro, 10 milhões só no Brasil.
Uma equipe de suíços já havia comprovado que o betaglucano, mesmo em concentrações baixas, reduz até 50% a taxa de glicose no sangue.
Além disso, bastariam 3 gramas diários desse açúcar para derrubar também o colesterol ligado a lipoproteínas de baixa densidade (LDL), uma espécie de gordura que promove a formação de placas nas paredes dos vasos e dificulta a circulação do sangue.
Na França, um estudo recente confirmou esses ganhos com 13 portadores de diabetes do tipo 2, quando o organismo não aproveita totalmente a insulina que produz, enquanto no Canadá outro trabalho com 16 diabéticos também do tipo 2 (dez homens e seis mulheres) evidenciou o valor de uma dieta rica em cereais como forma de reduzir a glicemia - provavelmente porque os cereais contêm betaglucano.
Normalmente os diabéticos controlam o teor de açúcar no sangue por meio de dietas severas ou de injeções diárias de insulina, hormônio que facilita a captura de glicose por se associar a um receptor específico das células musculares.
"O valor de nossa descoberta está no fato de termos estudado uma espécie vegetal ainda desconhecida", diz Marcos Buckeridge, pesquisador do Instituto de Botânica e um dos coordenadores desse estudo.
"Notamos também a possibilidade de que a interação do betaglucano com outro açúcar encontrado nas gramíneas, o arabinoxilano, possa ser mais potente do que o betaglucano sozinho."
Segundo ele, ao comermos cereais, estamos ingerindo betaglucanos em interação com arabinoxilanos, "o que poderia potencializar a ação de reter a glicose já durante a dieta, se nossos resultados vierem a se confirmar".
O betaglucano participa da composição de fibras como capins, cana, arroz, trigo e milho ou nos cereais, a exemplo da aveia, da cevada e do centeio, em teores que variam de 1% a 7%. Já o arabinoxilano é um tipo de açúcar mais abundante, variando de 20% a 30%.
Os pesquisadores brasileiros entraram na pista do betaglucano há três anos, quando, em seu doutorado, Ana Cardoso constatou o efeito antidiabético do chá feito com as folhas do capim-favorito, gramínea de origem africana também chamada de capim-natal ou capim-gafanhoto.
Com até 30 centímetros de altura, tem flores púrpura e folhas curtas e avermelhadas, quando estão sob o sol contínuo, ou verdes como as da cana-de-açúcar, mais largas e longas, se crescem à sombra.
Fonte: Revista Pesquisa Fapesp