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domingo, 9 de maio de 2010

LEMBRANDO O DIA DAS MÃES:


Neste dia das mães é importante lembrar daquelas que iniciam a nova tarefa de serem mães.

Alimentação durante a gravidez e amamentação !


A nutrição no período da gravidez deve ser modificada, pois o estado nutricional da gestante, afeta e muito, o resultado de sua gravidez, interferindo especialmente no peso de nascimento do bebê. A alimentação adequada é muito importante para um bom desenvolvimento do ser humano, ela se inicia na gestação, é por isso que devemos seguir um acompanhamento com um profissional especializado para ter um bom desempenho desde a primeira etapa da vida.
Você sabe quais alimentos você deve ou não ingerir para que seu bebê tenha um bom desenvolvimento em sua gestação?
E durante a amamentação, você sabe qual alimentação seguir para não prejudicar seu bebê?
O ideal seria que a gestante aumentasse a ingestão de nutrientes por meio de uma alimentação saudável e balanceada, sem precisar de suplementação. Também apesar do aporte calórico ter que ser aumentado, não existe a necessidade de dobrar as calorias, afinal o feto não tem o mesmo peso de um adulto. É difícil especificar as exigências de energias precisas como um todo, afinal, as necessidades variam com o peso pré-gravidez, quantidade e composição do ganho de peso, estágio da gravidez e nível de atividade.
Para se encontrar a quantidade de calorias necessárias para cada gestante, é necessário que haja um acompanhamento de um médico e nutricionista, que através de alguns cálculos, atribuirá o ganho de peso apropriado, baseado no seu IMC (Índice de massa corpórea). Ao invés de estabelecer uma recomendação aplicável a todas as mulheres, as recomendações de energia devem ser avaliadas individualmente.Alguns cuidados gerais podem ser contudo seguidos, durante a Gravidez:- Consumir energia suficiente para um ganho de peso do bebê, a mesma será especificada por seu médico e nutricionista;
- No inverno aumentar o aporte calórico, para permitir o aquecimento do bebê;- Evitar alimentos que causem náuseas e azia, prestando sempre atenção quais são estes alimentos para serem evitados;
- Consumir alimentos ricos em fibras para evitar a prisão de ventre;
- Consumir no mínimo 2 litros de água por dia, afinal a água é vital para a gestante e para o bebê;
- Consumir maior quantidade de proteínas de origem animal (carnes, leite, etc..) e vegetal (vegetais verdes escuros);
- Evitar a ingestão de álcool;
- O sódio (sal) não deve ser em excesso (no máximo 2g/dia);
- Reduzir a cafeína, encontrada em cafés, chás e refrigerantes;
- A suplementação de ferro e Folato, estipulada pelo médico.


Não deve ser esquecido também o preríodo da amamentação pois é muito importante seguir uma alimentação adequada, afinal, a amamentação exclusiva no peito é essencial durante os seis primeiros meses de vida. O leite materno é superior a qualquer fórmula artificial, nele você encontrará, propriedades nutricionais superiores, fatores anti–infecciosos que protegem os bebês, é menos alérgeno, promove um bom desenvolvimento da mandíbula e dentes, é bacteriologicamente seguro, não tem custo, promove um maior contato entre a mãe e a criança, e muitos outros benefícios.
Para garantirmos uma amamentação no peito com sucesso devemos realizar uma dieta adequada. O volume do leite não é afetado pela ingestão diária materna, a influência no volume é a freqüência de amamentação do bebê, porém, a composição do leite, varia de acordo com a dieta da mãe.
Alguns cuidados podem ser seguidos durante a Amamentação:

- Aumentar o suporte calórico das dietas, de acordo com as necessidades estipuladas por seu médico ou nutricionista;
- Evitar alimentos, como feijão, repolho, refrigerantes, esses alimentos poderão causar gases no bebê;
- Ingerir de 2 a 3 litros de líquidos diariamente, nesta fase precisamos de mais líquidos para a produção do leite;- Consumir maior quantidade de proteínas de origem animal (carnes, leite, etc..) e vegetal (vegetais verdes escuros);
- Evitar o consumo de álcool;
- Reduzir a cafeína, encontrada em cafés, chás e refrigerantes;
- Ao amamentar, deixar que uma mama esvazie bem para oferecer a outra, para ter certeza que seu bebê estará ingerindo todas as propriedades do leite;- Evite oferecer qualquer alimento ou bebidas como chás ou sucos, pois até os 6 primeiros meses, o leite materno é completo, e tem todas as propriedades que seu bebê precisa
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POR QUE COMEMORAR O DIA DAS MÃES ?


Pela primeira vez neste meu blog vou pubricar um pequeno texto que nada tem a ver com nutrição, embora sentimentos como tristeza e alegria mais do que tudo podem alimentar positivamente nossa alma e corpo, mais do que muitos alimentos. Para todos os que conheço e para os que só por este meio tenho o prazer de partilhar algo, os desejos de um bom dia das mães !


Há indícios de que algum tipo de comemoração em torno da maternidade existiu na Grécia Antiga e em Roma. Os gregos apresentavam oferendas, presentes e homenagens à deusa Reia ― mãe de todos os seres; os romanos faziam o mesmo que os gregos, mas a festa durava três dias, dedicada à deusa Cibele ― mãe dos deuses.
Como o mundo imita os Estados Unidos, a Igreja, "monoteísta", adaptou a data em homenagem à "Virgem Maria", mãe de Jesus. Mas isso ainda não era o "Dia das Mães", já que a homenagem era a um deus ou personagem único.
Por volta do inicio do século XIX nos Estados Unidos, quando a mãe de uma americana,
Anna Jarvis morreu, o luto virou depressão e as colegas de Annie resolveram alegrá-la promovendo uma festa em memória da mãe da grande amiga, que havia sido um exemplo de mulher ao prestar serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. A garota gostou tanto que divulgou a ideia, fazendo estender a homenagem para todas as mães, não só as que já haviam morrido. Isso aconteceu em 1904. A ideia pegou, virou mania nos Estados Unidos. Apenas dez anos depois, em 9 de maio de 1914, o então presidente Woodrow Wilson oficializou o Dia das Mães.
Interessante que a ação solidária de algumas amigas tenha ajudado a fomentar o que a escritora Júlia Ward Howe já havia sugerido em 1872. Alguém precisava começar para mostrar como celebrar o dia das mães seria legal. Como sempre acontece, outros países incluíram a data no calendário. Na Inglaterra, a comemoração começou de um jeito diferente. No início do século XVII, os operários ingleses recebiam folga para passar o quarto domingo da Quaresma com suas mães. Nesse "domingo das mães", elas faziam um bolo para "agradar" os filhos que trabalhavam longe de casa, e eles levavam presentes para mostrar que o trabalho valia a pena, mesmo tão longe. No Brasil, a data foi promovida em Porto Alegre, pela ACM (Associação Cristã de Moços), em 12 de maio de 1918. Catorze anos depois, em 1932, a data passou a fazer parte do calendário nacional por intermédio do então presidente Getúlio Vargas.

A ideia de presentear a homenageada abriu brechas para o caráter comercial do "Dia das Mães". Mas isso foi inevitável. Começou ainda nos tempos de Anna Jarvis ― embora eu acredite que já acontecia no tempo das homenagens às deusas que também recebiam presentes fabricados e vendidos por alguém, certo?
Não há nada de errado com a comercialização de presentes ― é algo necessário. O problema está nas pessoas, e não nas coisas. O roteiro mudou. Muitos filhos e mães esquecem a essência da data, que é a aproximação, passar um tempo juntos ou manter viva a memória de quem nos trouxe ao mundo.
Algumas mães, mesquinhas, esperam um super presente e só. Não são capazes de passar um tempo agradável sem criticar, sem reclamar, só sendo mãe. Esperam apenas que o filho devolva o investimento financeiro que fora feito para sua educação. Não um abraço quente, de amor verdadeiro. São mães frias, calculistas, que vêm nos filhos simples negócios. E ficam chateadas, reclamam "é só isso que eu mereço?" quando não recebem um presente com o valor financeiro esperado. E ainda saem reclamando para as amigas que o filho é "muquirana".
Por outro lado, alguns filhos acham que, por dar um presente caro, se isentam da tarefa de serem filhos de verdade. Não dedicam tempo, carinho e atenção. No Dia das Mães, agem como se fossem funcionários dos Correios. Dão uma "passadinha" super corrida só para entregar o pacote e dar um beijinho "gelado". Às vezes, o segundo do ano ― depois do Ano Novo. A mãe, sem graça, diz que não precisava se preocupar, que o verdadeiro presente é ver que o filho está bem e ganhar um abraço. Em seu coração, tudo o que ela queria era passar mais tempo com sua cria, saber realmente como estão as coisas, sentir que é amada por quem mais ama, jogar conversa fora e até poder ter o direito de dar algum conselho. Mas o filho não quer nem saber da solidão da senhora sua mãe.
Vendo isso, por volta de 1923, Anna Jarvis até tentou fazer uma campanha para devolver o calor humano à data. A repercussão foi grande, mas em termos de resultados, nada conseguiu mudar. Aliás, o Dia das Mães aqueceu o comércio, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las. Seja uma lembrancinha dada com amor, conforme as condições financeiras, seja um presentão que é mais um pedido de desculpas pela indiferença ou ausência de filho durante o ano.
O fato é que as notícias sobre o Dia das Mães são: "Dia das mães: recorde de otimismo entre os empresários." É estimado crescimento de 5,3% em relação ao Dia das Mães de 2009. E os presentes mais procurados são roupas, sapatos e acessórios (31%), seguidos de flores (18%). Em terceiro lugar, celular (15%) ― será que é para falar com a mamãe? Em quarto, eletrodomésticos (14%), seguido de perfumaria e cosméticos (8%) ― para mamãe ficar cheirosa e com a pele macia. Em sexto estão os eletrônicos (6%) e depois vêm as joias e relógios (2%) ― pra quem tem grana. E por fim, com 1% cada, chocolates e doces, utilidades domésticas, decoração e móveis, CDs, DVDs e livros, viagens e outros mais criativos.
Débora Carvalho