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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dieta mediterrânea como prevenção de doenças

A dieta mediterrânea vem a cada dia ganhando mais pontos, por se tratar de uma       ” cultura gastronômica” contendo ingredientes  considerados benéficos à saúde.
Utiliza alimentos que, além de saborosos, são funcionais e previnem problemas de saúde, principalmente os cardíacos. Os pilares que sustentam os benefícios da dieta mediterrânea são: o azeite de oliva, o trigo, as verduras e os legumes. E são vários os estudos que atestam que os seus adeptos correm menos riscos de contrair doenças como síndrome metabólica, problemas cardíacos ou cancros no aparelho digestivo.

O consumo do azeite, um ácido gorduroso monoinsaturado, normaliza a taxa de colesterol no sangue, e, assim, inibe a formação de placas de gordura nas cavidades arteriais, o que reduz o risco de aparecimento de alguma doença cardiovascular.


 O tomate considerado um alimento “Classe A”, possui valor calórico baixíssimo (cerca de 5%), e é benéfico para prevenir o câncer devido às concentrações de licopeno em sua composição, que é liberado quando cozido.

O alho e a cebola também são exemplos de alimentos “classe A”.

          O vinho tinto, também traz benefícios se ingerido de forma moderada. A bebida, de acordo com enólogos e cientistas, possui altas concentrações de tanino e revesterol, substâncias flavonóides que reduzem a taxa de oxidação do colesterol e o risco de incidência de doenças cardiovasculares.






A Consagração da Culinária Mediterrânea

Sabia que em 2010 a culinária mediterrânea,
foi declarada Patrimônio Imaterial da Humanidade ?

É a primeira vez que o modo de comer de uma sociedade é oficialmente protegido para assegurar a continuidade das suas tradições. Com objetivo de proteger as culturas e tradições populares, assim como os lugares e monumentos do mundo, o título, coordenado pela Unesco (Organização das Nações para Educação, Ciência e Cultura), foi também concedido às cozinhas francesa e mexicana.

Esses três primeiros patrimônios imateriais da sociedade ligados à comida abrem caminho para que outros países se candidatem à lista de preservação de sua culinária. A iniciativa mostra que, assim como a dança, a arte e a música, os saberes culinários de determinadas regiões são tradições que merecem ser salvaguardas.

A história da Dieta Mediterrânea tem mais de nove mil anos de existência. Ao longo de muitos séculos, os povos mediterrâneos consolidaram hábitos próprios, que levavam à mesa o estilo de vida de diferentes culturas e países. Ibéricos, celtas, gregos, romanos, bárbaros e árabes, todos contribuíram para estabelecer a atual trilogia mediterrânea do azeite, pão e vinho. O trio se mantém vivo até hoje e de fato representa os produtos básicos da agricultura da região. Ela é centrada em uma pirâmide de alimentos considerados essenciais para a manutenção de uma vida saudável, tem uma dieta alimentar centrada em grãos, azeitonas e azeite de oliva, leguminosas, hortaliças, frutas e vinhos, com alho, queijo e cebolas, peixe, aves e ovos fazendo o seu papel. Com freqüência são as especiarias e ervas que identificam as cozinhas individuais dentro do Mediterrâneo – manjerona, alho, canela e azeite de oliva significam Grécia, enquanto cominho, pimenta caiena, páprica, canela, limão e algumas vezes coentro identificam Marrocos

Esta forma de cozinhar, a mediterrânea é sazonal, respeitando o ciclo dos alimentos durate a estação do ano. É uma cozinha saudável pela variedade de ingredientes, cores, sabores e texturas, com respeito pela tradição, gosto pela inovação e uma natural tendência para o improviso. Uma das principais características desta cozinha é o refogado, amplamente divulgado por Portugueses e Espanhóis nas suas conquistas.

Contudo hoje envolve três continentes – Europa, Ásia e África, vários países e centenas de ilhas. Espanha, Turquia, Grécia, Itália, Israel, Marrocos, França, Egito e muitos outros- cada cultura tem seus próprios e únicos pratos e ingredientes, e reunidos formam a rica cozinha conhecida mundialmente como Mediterrânea.

Claro, meus caros amigos do belo país do Brasil, vocês estão também ligados fortemente a esta forma de alimentação levada pelos Europeus.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Mais uma "pitada" de cultura gastronómica Portuguesa

 No seguimento do meu artigo anterior, achei que ficaram alguns aspetos da gastronomia Portuguesa a serem comentados.
Como é fácil entender a culinária portuguesa, ainda que esteja restrita a um espaço geográfico relativamente pequeno, mostra influências mediterrânicas ( a chamada “dieta mediterrânica”) e também atlânticas, como é visível na quantidade de peixe consumida tradicionalmente.
  Para quem não sabe, a base da gastronomia mediterrânica, assenta na trilogia do pão, vinho e azeite,  e esta repete-se em todo o território  Português, acrescentando-se-lhe os produtos hortícolas, como em variadas sopas, e os frutos frescos. A carne e as vísceras, principalmente de porco, compõem também um conjunto de pratos e petiscos regionais, onde sobressaem os presuntos e os enchidos.
Com o advento das descobertas marítimas, a culinária portuguesa rapidamente integrou o uso, por vezes quase excessivo, de especiarias  e do açúcar, além de outros produtos, como o feijão e a batata, que foram adoptados como produtos essenciais. É importante lembrar  que a variedade de pratos regionais se verifica mesmo em áreas restritas, e duas cidades vizinhas podem apresentar, sob o mesmo nome, pratos que podem diferir bastante na forma de confecção, ainda que partilhem a mesma receita de base. As generalizações nem sempre estão correctas, pois as diversas culinárias regionais variam muito na mesma região.
Sempre lembro, que apesar de pequenino em espaço físico, Portugal se torna gigantesco em termos gastronómicos. Uns poucos 10 ou 20 kilometros podem fazer imensa diferença no que respeita a "comida Lusa".
Para aguçar o apetite a esse meu belo país, suas gentes, terras e comidas ...aqui fica uma "pitada" ...ora pois.