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sábado, 1 de maio de 2010

BRASIL ADERE À RESTRIÇÃO AO USO DA SIBUTRAMINA


A sibutramina é um medicamento que inibe a recaptação da noradrenalina, serotonina e dopamina, substâncias que produzem sensação de saciedade e, portanto, reduzem a quantidade de ingestão de alimentos, resultando na perda de peso e foi aprovada pelo FDA (órgão norte-americano que regula medicamentos) como remédio para emagrecer para tratamento da obesidade em Novembro de 1997.
A proibição da
sibutramina nos países europeus e o maior controle nos Estados Unidos da América ocorreu após a publicação dos resultados de um estudo chamado SCOUT (Sibutramine Cardiovascular OUTcome). No Brasil, a restrição chegou em março passado, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exigiu dos médicos prescritores que utilizassem o receituário B2, anteriormente usado para prescrição de anorexígenos.
Um dos resultados encontrados no SCOUT foi que 11,4% dos pacientes que utilizaram a medicação sofreram um evento cardiovascular, comparados aos 10% que tomaram placebo. O estudo incluiu cerca de 10.000 doentes com 55 anos de idade ou mais e história de doença cardiovascular ou diabetes tipo 2 com um fator de risco cardiovascular adicional.
O dr. João Roberto Sá, presidente do Departamento de Endocrinologia e Metabolismo da Associação Paulista de Medicina, explica: “Os dados não causam surpresa, pois os pacientes que participaram do SCOUT apresentavam contra-indicações ao uso da sibutramina. Comprovando esta tese, o fato é que, diferentemente do órgão regular europeu (EMEA, European Medicines Agency), as entidades americana (FDA, Food and Drug Administration) e brasileira (ANVISA) optaram por reforçar as contra-indicações do medicamento, sem proibição”,
Agora, a sibutramina deverá ser utilizada por pacientes que tenham o índice de massa corporal (IMC) superior a 30 kg/ m2, contra-indicada em indivíduos com histórico de doença cardiovascular, incluindo coronariopatias, acidente vascular cerebral ou isquemia transitória, arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial periférica e hipertensão arterial não controlada.
Na resolução, publicada no Diário Oficial da União, há também a contra-indicação para pacientes com diabetes mellitus do tipo 2, com sobrepeso ou obesidade associada a mais um fator de risco para desenvolvimento de doença cardiovascular. A proibição existe para pacientes com história ou presença de transtornos alimentares, suspeita de gravidez, período de amamentação e em pacientes utilizando medicamentos inibidores da MAO (monoaminoxidase) para casos de depressão.
“Acredito que o controle seja positivo, pois inibirá o uso indiscriminado deste tipo de medicamento. A ressalva é que a sibutramina não deveria ser prescrita no receituario B2, junto aos remédios que podem levar à dependência, efeito não descrito para a sibutramina na literatura médica. Devo lembrar que a correção dos erros da dieta e a realização de exercícios físicos regulares são fundamentais para a perda e manutenção de um peso saudável”, completa dr. João.


Autor:
Chico Damaso 22/04/2010
Referência(s)Agência Nacional de Vigilância Sanitária – alerta terapêutico 03/01.
Disponível em http://www.anvisa.gov.br/farmacovigilancia/alerta/estadual/estadual_3.htm. Acessado em 19/04/2010.ALERTA Anvisa nº 01, de 28 de janeiro de 2010.
Novas contra-indicações de uso da sibutramina.
Disponível emhttp://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/5ed68b004131ef458f09dfb3f1e98cad/Alerta_n1sibutramina.pdf?MOD=AJPERES. Acessado em 20/04/2010
Posicionamento Oficial - Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) sobre restrição à Sibutramina. Disponível em: http://www.abeso.org.br/pagina/269/posicionamento-sobre-restric%C3%B5es-a-sibutramina-pela-anvisa.shtml. Acessado em 19/04/2010

domingo, 21 de dezembro de 2008

10 superalimentos para emagrecer

Dieta saudável é sinônimo de variedade no prato como todos sabem.
Vamos incluir nessa seleção alguns alimentos SUPERPODEROSOS quando falamos em combater os quilinhos a mais.
Não, não é história de portuguesa exagerada ou de gibis, ihihihihi.
Essa liga cheia de boas intenções existe mesmo. Mas atenção: esses heróis na luta contra o ponteiro da balança não conseguem nada sozinhos, trata-se de um trabalho de equipe. Não é porque a maçã está na lista que você pode riscar todas as outras frutas do cardápio.
Vamos lá então falar desses heróis:
Arroz integral: típico integrante das refeições dos brasileiros, o arroz tradicional deveria ser substituído de vez pelo integral. Nessa versão, a película que reveste o grão é mantida e, com ela, são preservadas fibras, vitaminas e os minerais desperdiçados quando o arroz é polido. As calorias dos dois tipos são praticamente as mesmas.
Feijão: mais um tradicional participante do prato brasileiro, esse tipo de leguminosa é rico em proteínas livres de gordura saturada, sem preocupações com os níveis de mau colesterol.
Peixes: são fontes de ômega-3, um tipo de gordura importante na composição da membrana celular. Também desempenha um papel relevante na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Portanto, conte com as poucas calorias dos peixes para manter o equilíbrio da balança e da saúde.
Granola: trigo e aveia integrais são a base dessa mistura, que torna o café-da-manhã muito mais energético. Os cereais integrais mantêm o sistema de açúcar no sangue equilibrado, prevenindo o desenvolvimento do diabetes. A granola ainda melhora o funcionamento do intestino, previne doenças cardíacas e alguns tipos de cânceres.
Nozes: elas se destacam pelo alto valor nutricional: são ricas em proteínas, gordura insaturada, vitamina E, potássio e fibras. As nozes ajudam não só o emagrecimento, como a manutenção do peso. Só não exagere na dose, pois a ingestão excessiva pode levar ao ganho de peso. Elas rendem um ótimo lanche entre as refeições principais. Uma porção de seis unidades contém 115 calorias. E também vão pesar na sua bolsa!!!
Maçã: 83% da composição dessa fruta é derivada da água, fazendo com que seu valor calórico seja baixo (a unidade tem apenas 60 calorias). A maçã ainda é rica em fibras, vitaminas, minerais e pobre em gorduras. Na hora do consumo, nada de descartar a casca, não esqueça que
talos e cascas rendem receitas incríveis.
Tomate: entre tantos benefícios, o tomate está relacionado à prevenção de cânceres como o de próstata, pulmão e estômago. A melhor forma para usufruir de todas as vantagens do legume é come-lo cozido ou processado. Água: ainda está para existir uma bebida que supere a qualidade da água. Além de despontar como líder no ranking dos hidratantes, ela é capaz de espantar a sensação de fome se consumida regularmente ao longo do dia desde, é claro, que você não pule nenhuma refeição. E o melhor de tudo é que ela não agrega nenhuma caloria à sua dieta.
Chás: são ótimos estimulantes da função renal e ajudam a eliminar as toxinas com seu poder diurético. Durante a perda de peso, o chá favorece a pouca ingestão de alimentos, diminuindo assim, as calorias totais do dia. Cuidado com os chás, dependendo se contem a conhecia cafeína, aí não devem ser ingeridos á noite.
Leite desnatado: ele apresenta uma quantidade de gordura e calorias reduzida, comparando à versão integral, e entra em cena contra a osteoporose, já que é uma excelente fonte de cálcio. Somando suas qualidades, o leite desnatado pode ser considerado um parceiro ideal para ficar de bem com a balança.

6 dicas para comer à noite sem engordar

Existe um montão de dietas divulgadas e sempre fica a grande dúvida de qual delas realmente ajuda a emagrecer. Dieta do tipo sanguíneo, dieta líquida, dieta da proteína, dieta da sopa, entre muitas outras. E uma delas, também bastante conhecida, é a que sugere excluir o carboidrato à noite.
Para diferenciar os mitos envolvidos neste tipo de regime, das informações realmente verdadeiras, aqui estão 6 dicas para emagrecer, controlando os alimentos da última refeição do dia.
Ora pois...
1. Personalize a dieta
Em primeiro lugar não se deve esquecer que cada um de nós é um ser único, com necessidades, vida e exigências diferentes e assim deveremos ser tratados. Por isso é importante ter acompanhamento de um especialista para que ele indique a melhor opção.
Ao falar "à noite", muita coisa pode variar. Uma pessoa que dorme à meia-noite merece uma dieta diferenciada de outra que vai para a cama às 21 horas. A pessoa que dorme depois da meia-noite, se jantou às 19 horas, não tem problemas se tiver comido carboidrato.
2. Diminua as calorias ingeridas à noite
O sugerido quando se quer perder peso, é diminuir a ingestão calórica à noite, por isso, de nada adianta cortar o arroz e o pão e substituir por sorvetes, frituras ou qualquer outro alimento tão calórico quanto o carboidrato.
3. Faça substituições
Se você e sua nutricionista chegarem à conclusão de que retirar o carboidrato da última refeição vai beneficiar, sua opção é comer algumas coisas que também vão oferecer nutrientes importantes. Não esqueçam que o carboidrato pode ser substituído por lentilha, ervilha, grão de bico, legumes e verduras. Posso sugerir sugere 1 iogurte desnatado ou 1 copo de leite semidesnatado, ou 2 fatias de queijo branco, ao invés dos pães, massas e arroz.
4. Dê preferência aos alimentos integrais
Pode substituir, por exemplo, o pão francês por alimentos integrais, pois é uma excelente alternativa para quem quer controlar o peso. Eles possuem uma maior quantidade de fibras, o que favorece a saciedade e, conseqüentemente, come-se menos.
5. Não durma com fome
Caso tenha a idéia que quanto menos comer à noite melhor, pode mudar a sua idéia e rotina. Pois dormir com fome é mais prejudicial do que ingerir um alimento leve que lhe deixe satisfeita, pois com o sono prejudicado, toda a função do metabolismo estará comprometida
6. Atividade física muda tudo
Se seu habito é jantar e depois ir à academia, não esqueça que precisa comer carboidrato nesta refeição.Ele é muito importante para os exercícios, já que eles vão oferecer a energia que o corpo precisa na atividade física. Por mais estranho que pareça, quem não pratica exercícios também precisa de carboidratos, pois eles fazem parte do aumento de massa muscular. Uma pessoa que corta o carboidrato da alimentação e não pratica atividade física, tem mais chances de ficar flácida, pela diminuição da musculatura. Deve antes de iniciar qualquer atividade consultar seu medico assistente.