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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PEIXES ALIADOS ...

As propriedades nutricionais que os peixes carregam e os benefícios que trazem ao nosso organismo fazem deste alimento uma ótima opção de proteína para fazer parte de uma alimentação equilibrada durante o ano inteiro.
Dizem estudos que cada brasileiro consome, em média, menos de 7 quilos de peixe por ano. A quantidade mínima recomendado pela Organização Mundial de Saúde são 12 quilos. Mesmo assim, muita gente bate o pé e assume que não gosta desta carne branca de jeito nenhum.
Mas será que você não gosta de peixe mesmo ?
Ou provou uma espécie ou modo de preparo que não combinou com o seu paladar ?
Que tal “abrir a mente” e dar uma chance a seu paladar ?

Todos os peixes são ricos em ómega 3, a gordura que faz bem ao coração?

Os peixes de água doce e salgada são considerados fontes de proteínas na nossa alimentação. Porém, as espécies de origem marinha apresentam maior quantidade de ácidos graxos ômega 3 do que os de água doce. Isso acontece, pois os peixes de água salgada se alimentam de fitoplâncton marinhos que contém esses ácidos graxos, já os animais de água doce são mais ricos em ômega 6, pois, estes se alimentam de crustáceos, larvas, além de fitoplâncton de água doce.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ministério da Saúde incentiva o consumo de pescados

Foi lançada pelo Ministério da Saúde e Ministério da Pesca e Aquicultura a campanha que tem o objetivo de incentivar o consumo de pescados pelos brasileiros como parte de uma alimentação saudável. A campanha foi lançada para a 8ª Semana do Peixe, que ocorre entre os dias 11 e 24 de setembro, com o tema “Inclua pescado na sua alimentação: é gostoso e faz bem para a saúde”.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também apoia o evento, bem como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) que irão coordenar ações de incentivo ao consumo de pescados por seus afiliados.

Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008/2009, o consumo anual de peixe pelo brasileiro é de 9 kg. A quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 12 kg de pescado por habitante/ano. Patrícia Jaime, coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, revela que nesta pesquisa o percentual de indivíduos que reportaram a ingestão de pescado, pelo menos uma vez na semana, foi de 6,4% e somente 10,8% declaram o consumo fora do domicílio. “Precisamos estimular as pessoas a se alimentarem melhor. O peixe traz inúmeros benefícios para a saúde, mas para abastecer o mercado e torná-lo acessível para todos, é necessário ordenar e fomentar a aquicultura, visando o aumento da produção e oferta de alimentos”, destaca. Por este motivo, o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana.

Assim, para aumentar o consumo durante a Semana do Peixe serão distribuídas cartilhas com informações sobre os benefícios do consumo de pescados para a saúde, orientações sobre como verificar a qualidade do produto na hora da compra e quais devem ser os cuidados na higienização. Além disso, a cartilha contém receitas regionais, nutricionalmente adequadas, que promovem a redução de sal e gordura. Cartazes serão fixados em bares, restaurantes, supermercados participantes da campanha e os produtos ligados à Semana do Peixe receberão exposição e sinalização diferenciadas nos supermercados.

Data:            15/09/2011
Autor(a):       Rita de Cássia Borges de Castro

sexta-feira, 21 de maio de 2010

PEIXE COM BROCOLIS E PURÉ DE BATATA

Os peixes gordos (como a sardinha, o atum, o salmão, a cavala, a truta, o arenque, as anchovas, as enguias, etc.) são ricos em vitaminas lipossolúveis como as vitaminas A, D, E e K, e contêm elevados teores de iodo, um mineral essencial ao bom funcionamento da tiróide. Claro que os peixes gordos têm cerca do dobro das calorias dos peixes magros. Esta diferença deve-se ao elevado teor de gordura desaconselhados a pessoas que sofrem de problemas cardiovasculares, a gordura presente no peixe é muito saudável e benéfica para o coração.
Me perdoem meus queridos leitores, minha insistência no tema dos benefícios da ingestão de peixe. Sei que não é ingrediente barato, mas sempre deve escolher conforme a época do ano e safra aquele que é mais em conta.
Aqui vai uma pequena receita para ajudar na ingestão da famigerada vitamina D.

PEIXE COM BROCOLIS E PURÉ DE BATATA

INGREDIENTES

1 kg de peixe desfiado.
2 pimentões, 1 amarelo e outro vermelho ( mas se não tiverem façam com 2 verdes)
3 cebolas
cheiro verde
pimenta vermelha a gosto.
1 kg de batata.
1 maço de brocolis.
queijo ralado

MODO DE PREPARO
1. Fazer o pure de batatas, resevar.
2. Cozer o peixe em água e sal. Deixar arrefecer e retirar todas as espinhas. Desfiar e reserve.
3. Colocar o azeite, as cebolas, os pimentões e o peixe.
4. Refogar por uns 5 mimutos.
5. Colocar no refratário o peixe regar com azeite, colocar por cima o brocolis depois o puré.
6. Levar ao forno pra gratinar.

Rendimento: 6 porções

Bom, o negócio então é comer peixe, ou quem sabe, um lanche com leite, sanduíche com ovos e, principalmente, tomar um solzinho.
Bom apetite !

quarta-feira, 31 de março de 2010

LINGUADO AO MOLHO DE ALCAPARRAS E TOMATES

Mais uma receita de peixe para vocês... espero que gostem.

INGREDIENTES
4 filés de linguado grandes (150 g cada)
4 colheres (sopa) de suco de laranja
Sal a gosto
1 pitada de pimenta do reino branca
1 cebola picada
1 talo de salsão picado
2 dentes de alho amassados
2 tomates picados sem pele e sem sementes
2 colheres (sopa) de alcaparras
1 colher (sopa) de cebolinha verde picada

MODO DE PREPARO

Tempere os filés com o suco de laranja, o sal e a pimenta. Coloque em um refratário. Misture o resto dos ingredientes e espalhe em cima dos filés. Leve ao forno médio (180°C) por cerca de 20 minutos.

Rendimento: 4 pessoas
Valor Nutricional (100 gramas) 91 kcal

O linguado contem baixo teor de gordura e altos níveis de iodo, proteína e selênio e vitamina E

sábado, 20 de março de 2010

LACINHOS COM ATUM


Uma receita bem fácil !
Ingredientes:
350 g massa lacinhos tricolor
1 cebola
1 dente de alho
1 dl azeite
2 tomates maduros
2 latas de atum
1 colher de chá de vinagre pouco ácido
Salsa
Sal
Pimenta

Preparação:
1. Coza a massa em água e sal, durante 10 minutos ou al dente.
2. Depois de cozida, escorra-a e passe por água fria.
3. Descasque e pique a cebola muito finamente e o dente de alho. Refogue-os num tacho com o azeite quente. Junte os tomates maduros cortados em pedaços, limpo de sementes e adicione o atum desfeito em lascas.
4. Polvilhe o conteúdo do tacho com um pouco de salsa picada, tempere com uma pitada de sal (se necessário) e de pimenta e salpique com o vinagre.
5. Envolva tudo. Sirva o preparado de atum e tomate por cima da massa.

PEIXE: HIGIENE É FUNDAMENTAL DESDE A PESCA ATÉ A MESA

O aumento do consumo de peixe na época da Quaresma, deve ser precedido de alguns cuidados para evitar a compra de produtos que não estejam nas condições ideais de qualidade.
Os consumidores devem ao sair de um supermercado ou restaurante após compra ou consumo de peixe ter a certeza de terem escolhido um produto de alta qualidade e que tenha valido o preço que pagaram por ele.
Por essa razão o Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA) está reeditando em seu site (www.mpa.gov.br) a cartilha "Boas Práticas de Manipulação de Pescado", elaborada em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o objetivo de orientar os consumidores na hora da compra.
Os cuidados com a manipulação, de acordo com a cartilha, devem ser observados desde o momento da pesca até o prato ser posto na mesa. Toda a cadeia produtiva, a higiene é fundamental. Assim quem captura, cultiva, descarrega, transporta, processa, armazena, distribui e comercializa o pescado tem que garantir que as boas práticas estejam presentes em todas essas etapas.
Logo após a captura, o pescado deve ser acondicionado em gelo produzido com água filtrada e sem entrar em contato com outras substâncias para evitar sua contaminação. O transporte deve ser feito sempre em recipientes que possam manter a temperatura adequada e sua armazenagem deve ser feita de forma cuidadosa para que não haja danos ao produto. Assim caso a pele ou os órgãos internos sofram cortes, as fezes do animal poderão contaminar toda carga do recipiente. A lavagem e retirada das vísceras, faz com que o pescado mantenha sua qualidade de consumo por mais tempo. Mas, caso não haja as condições ideais para esse tipo de manipulação, é melhor guardar o produto por inteiro e limpá-lo posteriormente. A refrigeração ideal deve ser feita com no mínimo 1,5 Kg de gelo para cada 1 Kg de pescado, sendo que a primeira e a última camadas serão sempre de gelo, com o pescado entre elas.
Importante também que o pescado nunca deva ser enrolado em jornal, sacos de lixo ou qualquer outra embalagem inadequada.

OS EFEITOS DO CONSUMO DE PEIXES E CARNES NA DEMÊNCIA


Como quase todo o mundo sabe, o que comemos influencia nossa saúde. Ora o consumo de peixes que além de serem excelentes fontes de proteínas e outros nutrientes como vitamina D e selénio contêm também um tipo especifico de gordura o omega-3 que comprovadamente pode reduzir o risco de desenvolver doenças coronárias e diversos outros problemas.

No seguimento desta ideia pesquizadores fizeram um trabalho constatando que quanto maior o consumo de peixes, menor a incidência de demência em idosos da América Latina, China e Índia, enquanto que o consumo de carne, mostrou resultados opostos.
Esta pesquisa, teve duração de quatro anos e foi realizada com aproximadamente 15 mil idosos (≥ 65 anos), residentes nas áreas rurais e urbanas do Peru, México, China e Índia e apenas nas áreas urbanas de Cuba, República Dominicana e Venezuela. Onde os participantes responderam a uma entrevista em sua própria residência, sobre suas características sócio-demográficas, estado de saúde (com exame físico e neurológico para diagnóstico de demência, presença de doenças crônicas e hábito de fumar), hábitos alimentares (com perguntas padronizadas sobre o consumo semanal de peixes e carnes).
Após análise dos resultados, foi possível verificar que houve maior prevalência de indivíduos com hipertensão e doenças cardiovasculares nos centros mais desenvolvidos da América Latina, particularmente em Cuba. Contrariamente, o Peru apresentou os índices mais baixos de hipertensão. O país também continha menos fumantes, já em Cuba, na Índia e na China, o hábito de fumar era mais comum entre as pessoas mais velhas.
Dentre toda a amostra, houve 1340 casos de demência. A prevalência da doença variou de 6,3% a 11,7%, sendo os maiores valores encontrados nos países da América Latina. O consumo diário de peixes foi maior entre os idosos da Venezuela (50,4%) e China (29,1%), e menores entre os participantes da Índia (7,6%) e República Dominicana (7,9%). Com relação ao consumo diário de carne, os menores valores foram da Venezuela (15,1%) e os maiores da República Dominicana (54,8%), China (54,4%), Peru (38,9%) e Cuba (36,8%).
Aqueles com maiores nível educacional e poder aquisitivo relataram consumir mais carne e peixe, em todos os países analisados. Não houve associação entre o consumo de peixe ou carne com história de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 1 e 2, hábito de fumar ou depressão.
Em todos os países, exceto Índia, houve uma associação inversa entre o consumo de peixes e a incidência de demência (mas não com o grau da doença). O consumo de outros alimentos componentes da dieta não interferiu nos resultados. “Este foi o primeiro estudo com resultados significativos sobre a menor prevalência de demência entre aqueles com maior consumo de peixes em uma amostra populacional de cinco países da América Latina, China e Índia”, dizem os autores, uma vez que as evidências sobre este efeito protetor dos peixes era limitado aos países desenvolvidos.
A associação direta entre o consumo de carne e presença de demência só foi presente entre a população idosa de Cuba e do Peru. Em Cuba ainda houve uma associação significativa entre a gravidade da doença e a quantidade de carne consumida entre as pessoas com demência.
“Não tivemos informações sobre os tipos de peixe e carne consumidos, tamanho das porções e nem a respeito do método de preparo. Estes fatores poderiam ser bastante relevantes. Embora os resultados do estudo sejam válidos, não devem ser generalizados à população mundial, somente para aqueles grupos populacionais com hábitos dietéticos e de vida similares aos dos países estudados”, concluem os autores.


Autor(a): Iara Waitzberg Lewinski
Referência(s)Albanese E, Dangour AD, Uauy R, Acosta D, Guerra M, Guerra SSG, et al. Dietary fish and meat intake and dementia in Latin America, China and India: a 10/66 Dementia Research Group population-based study. Am J Clin Nutr. 2009;90:392-400.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

PEIXE, UMA ÓTIMA ESCOLHA !

A utilização do peixe na alimentação do homem perde-se na memória dos tempos. Hoje, é um alimento indispensável para uma alimentação correcta e equilibrada, visto ser rico em proteínas, vitaminas e sais minerais e, de um modo geral, pobre em gorduras.
O que muita gente não sabe é que o peixe, quando mal escolhido e ou mal acondicionado, pode trazer danos à saúde. Por esse motivo, é muito importante conhecer a procedência do produto e tomar diversos cuidados na hora de escolher o peixe. Deve então ter em atenção alguns aspectos.
A menos que o peixe ainda esteja realmente vivo, ao comprá-lo, é importante observar alguns detalhes que indicam seu estado de conservação.
De uma forma geral, o aspecto externo de um peixe fresco deve ser muito semelhante ao do peixe vivo. Aí estão algumas dicas importantes:
· O corpo do peixe deve estar firme e resistente com o ventre normal, nem murcho nem inchado.
· A rigidez cadavérica é um excelente indício de que o peixe morreu há pouco tempo, porém deve se observar se a rigidez não é devido a um congelamento anterior; na rigidez cadavérica consegue-se dobrar o peixe após algumas tentativas, no peixe congelado isso não é possível.
· O olho do peixe deve estar brilhante com a pupila escura e a íris branca ou amarelada, olhos esbugalhados e turvos indicam deterioração.
· As brânquias ou guelras devem estar vermelhas ou rosadas e úmidas, a coloração pálida e o aspecto viscoso indicam deterioração.
· O peixe deve apresentar um cheiro normal de maresia, enquanto que o cheiro ácido ou azedo indica normalmente o início do processo de deterioração.
Mas é preciso dizer que também o peixe congelado é uma opção acertada se tiver sido congelado em boas condições. Neste caso deve ter em conta que a embalagem deve estar hermeticamente fechada, para não haver contaminações e não deve conter por dentro gelo solto. Ao escolhê-lo, evite o que estiver demasiado vidrado e certifique-se de que o compartimento está, no mínimo, a -18º C.
Outra opção são os peixes enlatados. Neste caso caros leitores, deverão ter em atenção que como todos os enlatados sejam eles quais forem contem uma quantidade de substâncias conservantes, estabilizantes, antioxidantes (necessários à conservação a longo prazo), sal, entre muitos outros (deve por isso ler-se sempre o rótulo), que podem ser prejudiciais à saúde quando a sua ingestão é abundante e sistemática. Como boa opção é a sardinha em lata, porque se pode comer a espinha que é um “concentrado” de cálcio, sempre em atenção com a quantidade de gorduras e sal.