Páginas

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

COMIDA CONGELADA

Desmestificando
          Existe um grande preconceito contra a comida congelada. Vamos lá entender um pouco sobre esta forma de apresentar os alimentos ou até já os pratos prontos.
Existe uma associação direta entre a expressão “comida de qualidade” e alimento fresco ou uma refeição que acaba de sair do fogão para a mesa. Difícil pensar em outra forma de comer bem que não seja aquela de abrir a geladeira, pegar uma berinjela e fazê-la ao forno, recheada com queijo e carne moída – de repente, deu até água na boca, não?

Mas, antes de começar a babar, vale pensar no seguinte: há quanto tempo a berinjela está na sua casa? Comprada uns três, quatro dias atrás, ficou envelhecendo ali dentro da geladeira (sem contar o tempo entre a colheita e a chegada ao supermercado) e não é mais aquela beldade que chamou sua atenção na seção de hortifrútis. Como é um alimento vivo, mesmo refrigerada a berinjela continuou se desenvolvendo com o passar dos dias e acabou perdendo boa parte dos nutrientes, vitaminas e sais minerais que estavam no ponto certo quando ela foi colhida.
Moral da história:
Se deixarmos os alimentos fazendo aniversário na geladeira, na hora de comê-los eles já não fornecem o melhor de si. Então, a saída para mantê-los vigorosos para a próxima refeição é o congelamento.
Talvez seja difícil para alguns aceitar, mas é o melhor método que existe para preservar as características de um alimento que não vai ser consumido logo após a compra. “O processo congela a parte líquida de legumes, vegetais, carnes, aves, peixes e outros alimentos, e também os micro-organismos e bactérias que há neles, que são os responsáveis pela contaminação e apodrecimento da comida”, explica o engenheiro de alimentos da Associação Brasileira de Engenharia de Alimentos, Gumercindo Silva. Na prática, significa o seguinte: quando resfriadas a baixas temperaturas como a do freezer (-18 °C), bactérias e micro-organismos param de se desenvolver e não estragam o alimento. O congelamento serve tanto para manter as qualidades nutricionais como para evitar que a comida deteriore e vá parar no lixo mesmo antes de ter sido devidamente consumida em seu lar. Outro ponto a favor é que dá para congelar praticamente tudo e a técnica nem é tão trabalhosa.
Descongela fácil 
Comida congelada pode ser um ótimo aliado na cozinha quando se pensa em praticidade e saúde. À noite, enquanto você toma banho, a torta esquenta no forno. Ou aquele arroz com legumes pode ser colocado direto no microondas e servido direto, simples assim. E é bem melhor do que aquela cenoura meio murcha que estava na geladeira e não dava ser aproveitada numa salada e acabou indo para a sopa. Ela, coitada, já estava velhinha e só encheu sua barriga, não adicionou muitas vitaminas ou nutrientes à sua refeição."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O MILHO, o rei nas nossas 24 horas !


O menu desta manhã inclui uma taça de corn-flakes, uma torrada com margarina e marmelada ou goiabada, e uma xícara (chávena) de café. Pois bem, das várias coisas que comemos ou bebemos no café-da-manhã, são provenientes do milho, como o amido do milho, açúcar do milho, farinha de milho, etc. O pão pode ter amido, açúcar e dextrosa (glicose), como ingredientes. A marmelada costuma ter açúcar de milho. O chá e o café instantâneo também costumam ter na sua composição um subproduto do milho : a maltodextrina. A margarina também pode ter milho. Os bolos feitos em casa, assim como outras sobremesas, são feitos com leveduras derivadas do milho.

Milho no óleo, legumes em conserva, margarina, mostarda, maionese, ketchup, a frutose de muitas sobremesas, iogurtes (açúcar do milho para adoçar), congelados, gelados. A carne e os ovos que consumimos, são provenientes de animais que foram alimentados com rações em que a sua composição em milho é em elevada percentagem principalmente em glúten.

Quase todas as bebidas gaseificadas utilizam edulcorantes obtidos do milho. As cervejas sem álcool substituíram o amido extraído da cevada pelo o do milho, para conseguirem formulas mais ligeiras. As crianças comem guloseimas que levam milho: barras de caramelo ou chocolate, pastilha elástica, batatas fritas e um grande número de aperitivos feitos á base de milho.

Quanto às nossas roupas e nossos sapatos. As graxas dos sapatos incluem compostos derivados de milho. Nas parede, o gesso , leva amido de milho para ganhar aderência.

O óleo de milho é utilizado nas pinturas e vernizes. A cola dos papeis pintados é feita de amido e dextrina de milho. Uma parede de cimento pode ter água de milho na sua composição.

Nos carros, eles também precisam de milho! As cabeças dos cilindros, os pneus e o líquido do limpa pára-brisas, contêm milho na sua composição. A bateria do carro também.

Já se utilizam papéis feitos à base de milho. Os lápis de cera e o giz, são fabricados com derivados deste cereal.

Cerca de 85 tipos diferentes de antibióticos utilizam milho na sua composição. A fina capa que cobre as aspirinas e outros analgésicos é feitas de amido de milho. As garrafas com as soluções intravenosas que muitos pacientes necessitam, contêm dextrosa. A água em que se processa industrialmente o milho, também se utiliza para fabricar alguns antibióticos e fármacos.

As crianças quando vestem moletons (fatos de treino ) com desenhos cheios de cor, estes necessitam de milho para que se mantenham as cores vivas e haja aderência à roupa. Brincam em cima de tapetes que têm fibras tratadas com milho.

Ao jantar, utilizamos recipientes de plástico e de papel que têm na sua composição fibras de milho, que são muito mais ecológicos do que outros plásticos industriais. Quando comemos uma pizza, o molho de tomate tem amido.

Pois é, nem imaginavam ..ora pois.....

sábado, 10 de abril de 2010

CONSUMO DE FRUTAS NO BRASIL É BAIXO


Embora o Brasil seja um grande produtor mundial de frutas e hortaliças, com grande abundância de variedades nas diferentes regiões do país, o brasileiro ainda é um péssimo consumidor destes alimentos, priorizando outros de inferior valor nutricional, tais como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes.
O péssimo resultado deste hábito é o crescente número de obesos, com aumento do risco de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso e sedentarismo, como as cardiovasculares.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.
No estudo, da amostra de cerca de 10 mil famílias, foram levantadas informações sobre o perfil de consumo e os determinantes do não-consumo. Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o não consumo destes artigos é o preço dos alimentos. A falta de hábito e de tempo para o preparo também pesou na hora da escolha.
Um novo estudo sobre o tema já está sendo finalizado, e os valores não são nada animadores. Parece que o triste cenário encontrado nas últimas três décadas do século 20, em que houve um declínio no consumo de alimentos básicos, tais como cereais, frutas e hortaliças na cidade de São Paulo, deve se manter.
Diante deste futuro sombrio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, desenvolve, desde 2007, um projeto para subsidiar ações em comunidades atendidas pelo Programa de Saúde da Família (PSF), para incentivar a população a consumir mais frutas, legumes e verduras. O grupo elaborou, por exemplo, uma série de livretos e cartilhas, disponíveis gratuitamente no site da Embrapa, para incentivar o consumo de vegetais, com recomendações nutricionais, quantidades a serem ingeridas e dicas de receitas. O material é também voltado a profissionais das áreas de nutrição e educação, pois oferece sugestões de como trabalhar o tema para estimular a alimentação saudável. Os textos seguem as diretrizes do Ministério da Saúde e orientam, entre outros aspectos, sobre o consumo de sal, gordura e açúcar, bem como alertam para a importância da prática regular de atividade física.

Referência(s)Autor):
Chico Damaso. Pesquisa de Orçamentos Familiares – IBGE. Disponível em http://www.ibge.gov.br. Acessada em 24/03/2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

ENCHER O PRATO DE VITAMINA A PARA CONTROLAR A GULA


A vitamina A é um micronutriente que participa de diversos processos vitais. Desempenha papel essencial na visão, no crescimento, desenvolvimento do osso, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial, processo imunológico e reprodução. Aproximadamente 90% desta vitamina no organismo, é armazenada no fígado e o remanescente é armazenado nos depósitos de gordura, pulmões e rins.
Um dos sintomas iniciais de deficiência em vitamina A é a cegueira noturna, ou uma capacidade diminuída para ver na penumbra e a deficiência grave produz cegueira parcial ou total, uma doença chamada xeroftalmia. O surgimento de lesões na pele tem também sido utilizado como um indicador inicial de um estado inadequado de vitamina A. Esta deficiência é de longe a mais generalizada e a mais grave nas crianças, especialmente nos países pobres. É a principal causa de cegueira na infância e, combinada com outros fatores, tais como uma má nutrição proteico-calórica e a crescente ocorrência de infecções, é associada a elevadas taxas de mortalidade infantil. Nas crianças com xeroftalmia são comuns os problemas associados, tais como crescimento sub-desenvolvido, doenças respiratórias, doenças parasitárias e infecciosas. Existem também doenças que podem induzir a deficiência de vitamina A, mais especificamente as doenças hepáticas e gastro-intestinais, as quais interferem com a absorção e utilização da vitamina A.
Estudos realizados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro apontam como a Vitamina A a mais nova aliada contra a obesidade e a sua relação com a leptina, o chamado hormônio da saciedade. A falta desta vitamina diminui a produção deste hormónio, causando ataques de gula. Também, quando os níveis de vitamina A estão abaixo da necessidade do organismo, as células de gordura (adipócitos) se multiplicam com maior facilidade. Mas o pior, é que elas não só aumentam de quantidade, mas também de tamanho, provocando aumento de gordura localizada no corpo.
Encontramos a vitamina A em alimentos de origem animal, vegetais de folhas verde escuro e frutas de tons amarelos e alaranjados como:
fígado, manteiga, leite, gema de ovos, sardinha, queijos gordurosos, óleo de fígado de bacalhau, abacate, acelga, caju, pêssego, mamão, escarola, melão, cenoura, folha de brócolis, batata-doce, couve, espinafre, abóbora, tomate, manga. Os beta-carotenos (pró-vitamina A) são liposolúveis (solúveis em gorduras), portanto a absorção de vitamina A é melhorada se estes alimentos forem ingeridos juntamente com gorduras (como óleos vegetais).
Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, pois em excesso é prejudicial ao organismo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Qual a posição da Organização Mundial da Saúde sobre o aleitamento materno?


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros seis meses de vida do bebê. mas infelizmente, menos de 40% das crianças menores de seis meses são amamentadas exclusivamente. Após esta idade, outros alimentos devem complementar a amamentação até a criança completar dois anos de idade ou mais.
O ideal é que o aleitamento materno comece em menos de uma hora após o nascimento do bebê. Deve ser ofertado sempre que o bebê desejar mamar, durante o dia ou à noite.
Seguem abaixo algumas vantagens da amamentação, elaboradas e publicadas pela OMS, em suas campanhas de saúde:

Benefício para a saúde do bebê:
O leite materno é o alimento ideal para recém-nascidos e bebês pois fornece todos os nutrientes necessários para um desenvolvimento saudável. É seguro, pronto para o consumo e sem custo. Contém anticorpos que protegem os bebês das doenças comuns da infância, como diarreia e pneumonia – as duas principais causas primárias de mortalidade infantil.

Benefício para a saúde da mãe:
A amamentação reduz o risco de câncer de ovário e mama e ajuda a mulher a recuperar seu peso corporal, diminuindo os índices de obesidade.

Benefícios a longo prazo:
Além dos benefícios imediatos à saúde, a amamentação contribui para uma boa saúde por toda a vida. Adultos que foram amamentados têm mais chance de apresentar bons níveis de pressão sanguínea e colesterol, e menor risco para sobrepeso, obesidade e diabetes tipo 2. Há evidências científicas de que indivíduos amamentados tenham melhores resultados em testes de inteligência.

Por que não utilizar fórmulas infantis?
As fórmulas infantis não contêm os anticorpos encontrados no leite materno e estão ligadas a alguns riscos, como o uso de água contaminada para a diluição da fórmula. Se superdiluída, a fórmula pode causar desnutrição. Além disso, amamentações frequentes mantêm o suprimento de leite materno. Se a fórmula for utilizada e por algum motivo não puder mais ser adquirida, retornar ao leite materno pode não dar certo devido à diminuição de sua produção.

Regulamento para os substitutos do leite materno:
. os rótulos das fórmulas artificiais devem conter informações sobre os benefícios da amamentação e sobre os possíveis riscos à saúde das fórmulas;
. não deve haver promoção dos substitutos ao leite materno;
. não podem ser distribuídas amostras grátis de fórmulas a mulheres grávidas ou mães;
. não devem ser distribuídas ou subsidiadas.

Apoio às mães é essencial:
O aleitamento materno deve ser aprendido e muitas mulheres encontram dificuldades no início. Dor no mamilo e o medo de não ter leite suficiente para sustentar o bebê são comuns. A OMS recomenda o treinamento de profissionais da área da saúde para aconselhar, apoiar e encorajar estas mães à amamentação.

Trabalho e amamentação:
A OMS recomenda que as mães devam ter no mínimo 16 semanas de ausência no trabalho após o parto, para que possam descansar e amamentar seu filho. Muitas mães voltam ao trabalho e abandonam a amamentação exclusiva antes dos seis meses por não terem tempo suficiente, local adequado para amamentar ou para estocar seu leite no trabalho. As mulheres precisam de um local seguro e higiênico perto de seu posto de trabalho para continuarem com a prática de amamentação.

Referência (s)World Health Organization. 10 facts on breastfeeding. Disponível em: http://www.who.int/features/factfiles/breastfeeding/en/index.html. Acessado em: 04/08/2009.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Apresento-vos o Chocolate !



Chocolate faz bem à saúde !!!!


Quem diria que um dia iam dizer que o chocolate faz bem à saúde! E não é que disseram?!

Os cientistas garantem que a ingestão de uma pequena quantidade de chocolate puro por dia faz bem à saúde. Eles fizeram uma pesquisa, nos Estados Unidos, e ficou comprovado que comer chocolate sem leite todos os dias ajuda a combater as doenças do coração.

Comer uma pequena quantidade de chocolate por dia diminui os riscos de ataque cardíaco e de derrame. Ele possui um extracto natural - flavonóides - que melhora o funcionamento dos vasos sanguíneos e evita o acumular de colesterol.

Ora o problema de comer chocolate todos os dias é engordar, por isso as pessoas tem que ter cuidado para manter o peso para não correr riscos de obesidade e sofrer com suas consequências. Comer chocolate equivale a beber um copo de vinho tinto durante as refeições. É a união do útil ao agradável.
  • Chocolate previne o envelhecimento, uma vez que a massa de Cacau tem grande poder antioxidante, mais que qualquer fruta combatendo os efeitos da idade e alguns cientistas garantem que pode ajudar a prevenir o cancro.
  • Chocolate permite reduzir o colesterol, já que os agentes antioxidantes, sobretudo do Chocolate preto impedem a acumulação de gordura na parede das artérias e diminuem a taxa de colesterol mau para sangue e aumentando um pouco o bom colesterol o “HDL - o colesterol benéfico”.
  • Chocolate permite perfeita forma física ou mental.
  • Todos os tipos de Chocolate, principalmente, os de leite, são uma fonte de proteínas vitais para o crescimento, recuperação e manutenção do corpo e do cálcio, essencial para a formação óssea.
  • O Chocolate branco contém maior quantidade de cálcio, zinco e vitamina B2 do que o Chocolate puro.
  • Chocolate melhora o coração. O Chocolate é o mais novo aliado do coração, este é beneficiado pela teobromina presente no Chocolate. Esta é uma substância estimulante agindo no sistema nervoso central e também no sistema muscular, permitindo o bom funcionamento do coração. E o Chocolate também contém flavonóides, que ajudam a combater a oxidação da circulação sanguínea, melhorando assim a saúde das artérias e do coração.
  • Chocolate flexibiliza o raciocínio. O chocolate é considerado um excelente alimento para o cérebro, visto que contém teobromina e tiramina, são duas substâncias que estimulam os neurónios a uma maior concentração.
  • Chocolate dá felicidade. A feniletilamina estimula a produção de endorfinas e serontonina no cérebro, sendo conhecida como a “molécula da felicidade e do prazer”, a ela actua numa área relacionada com as emoções - permite aliviar a tensão e ajuda a relaxar. Assim, o Chocolate previne insónia.
  • Chocolate cura depressões. Tem efeitos anti-depressivos, porque a teobromina e feniletilamina presentes no chocolate, são substâncias estimulantes de bom-humor. Não deve ser consumido em excesso, pode provocar alterações emocionais, inicialmente dá euforia e aumenta o humor, depois segue-se a depressão e o organismo passa a sentir falta do alimento.
  • Chocolate não provoca acne. Não existem estudos científicos que comprovem a relação entre o Chocolate e o aparecimento ou agravamento de acne. O acne, de acordo com o artigo “Maria saúde em forma” da revista “Maria”, n.º 1013, ele surge devido a alterações hormonais e ao stress, o Chocolate só por si não determina o seu aparecimento, mas comer alimentos gordos estimula a pele a tornar-se mais oleosa, porque o organismo absorve substâncias gordurosas, consequentemente aparecem borbulhas.
  • Chocolate não engorda. O Chocolate puro menos gordura, grande quantidade de magnésio (essencial para liberação de energia para as células), ferro (essencial para a produção de glóbulos vermelhos) com menos valor calórico que o Chocolate de leite e branco. Com a devida moderação é possível desfrutar do prazer de comer Chocolate sem trazer prejuízos ao organismo. Contudo, deve ter controle do peso, porque se o total de calorias consumidas por dia é elevado é aconselhado que a gaste essa energia em actividades físicas.

Fonte, Universidade Católica Portuguesa