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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O QUE É ISSO DE GASTRONOMIAS, CULINÁRIAS OU ENFIM AS TAIS COMIDAS OU DIETAS MEDITERRÂNICAS?


              Meus queridos amigos, para começar, este tipo de cozinha é a que nasceu na Região do Mediterrâneo. O que muitos esquecem é que compreende não só os Países da Europa mas também da Ásia e África. Vale lembrar, que e apesar de não serem banhados pelo Mar Mediterrâneo, Portugal, na Europa e Jordânia, na Ásia são considerados Países Mediterrâneos, não só pela sua proximidade geográfica, mas sobretudo pelas suas características climáticas e culturais. Ora todas essas terras, partilham uma longa história, em que intervieram vários povos e um clima muito especial, o que permitiu o nascimento e o desenvolvimento de uma culinária incrivelmente rica.
            A base da dieta Mediterrânea, são o vinho tinto, o azeite e o pão. Contudo os legumes, variados, encabeçam a lista que passa pela carne de porco e borrego, pelo peixe e marisco, ervas e especiarias, pelo leite e pelo queijo. Mas como seria natural cada povo enraizou diversas variantes. Por exemplo em Portugal, a trilogia do tomate, cebola e alho, que deixa tão caraterístico o sabor dos pratos Portugueses.
            Importante referir que a cozinha Mediterrânea é sazonal, o que quer dizer que respeita o ciclo dos alimentos durante as estações do ano. Outra caraterística extremamente interessante é a diversidade, pois ela é multicultural, visto que abarca uma infinidade de influências, características destes povos que sofreram várias ocupações. È denominada de natural pois respeita os alimentos, não os modificando ao acaso, mas sim na procura de novos sabores, diferentes combinações e composições de uma forma artística e inovadora. É então cada vez mais considerada uma cozinha saudável pela variedade de ingredientes, cores, sabores e texturas, com respeito pela tradição, gosto pela inovação e uma natural tendência para o improviso.
                   
         

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O Vinho Verde é feito com uvas vindimadas ainda verdes


Uma pergunta muito comum, mesmo entre alguns apreciadores informados, mas sem qualquer fundamento.
Vinho Verde é o nome de uma região portuguesa, tal como as regiões do Douro, Ribatejo ou Bairrada. A região ganhou o nome de Vinho Verde por ser a região mais verde e húmida de Portugal, o Minho. Pela mesma razão, a região de turismo chama-se Costa Verde. Como seria de esperar, os vinhos provenientes da região do Vinho Verde são elaborados com uvas maduras, tal como nas restantes regiões portuguesas.” 
 in, Jornal de Notícias, Sábado, 22 de Setembro de 2007

segunda-feira, 4 de abril de 2011

VOCÊ SABE O QUE É VINHO DO PORTO?

SABE O SIGNIFICADO DOS NOMES E SIGLAS IMPRESSOS NOS RÓTULOS E O MOTIVO DOS DIFERENTES PREÇOS DAS GARRAFAS EXPOSTAS NOS SUPERMERCADOS?

Para comprar com segurança, sabendo o que vai levar, é preciso antes conhecer um pouco desse vinho e principalmente entender seus rótulos.

O Porto é um vinho da região do Douro, em Portugal, que sofreu adição de aguardente enquanto ainda fermentava. Com a elevação alcoólica, a fermentação pára e o vinho fica doce devido ao açúcar residual (existem também vinhos secos, menos comuns). Em seguida o vinho precisa envelhecer em madeira e na garrafa. O método de envelhecimento e a idade do vinho determinam categorias (também chamadas estilos ou tipos), todas identificadas nos rótulos através de nomes específicos. Conhecer o significado desses nomes é fundamental para esclarecer todas as dúvidas.

WHITE - é o único produzido com uvas brancas e envelhecido em madeira de 2 a 3 anos, podendo ser doce ou seco. No seco (dry), a adição de aguardente é feita no final da fermentação. Nenhum dos dois melhora depois de engarrafado.

RUBY - produzido com uvas tintas, é também engarrafado após 2 a 3 anos de idade e não melhora na garrafa. O nome é também uma referência à sua cor.

TAWNY - mesmo não ostentando nenhuma data no rótulo, é um vinho mais velho e mais elegante que o Ruby. Possui uma tonalidade de topázio queimado.

TAWNY COM IDADE - com prolongado estágio em carvalho, o vinho apresenta uma cor de mogno ou "aloirada." A idade mencionada no rótulo - 10, 20, 30 ou 40 anos - é uma média das idades dos vinhos de vários anos que compõe o lote. O ano do engarrafamento também é indicado no rótulo.

TAWNY COLHEITA - vinho de uma só colheita e envelhecido em madeira no mínimo por 7 anos. Os anos da colheita e do engarrafamento são mencionados no rótulo. Pode ser consumido logo após a compra, pois à exemplo de todos os outros Tawnys, não envelhecem na garrafa.

CRUSTED - vinhos de várias colheitas, envelhecido 3 a 4 anos em madeira e depois engarrafado. Quando não filtrado, tende a formar depósito.

LBV (Late Bottled Vintage) - vinho de uma só colheita, normalmente de boa qualidade, indicada no rótulo junto com o ano do engarrafamento. Envelhecido em madeira durante 4 a 6 anos, é filtrado antes do engarrafamento para evitar a criação de depósito.

VINTAGE CHARACTER - engarrafado após o envelhecimento de 4 a 5 anos em madeira, tem a data da colheita indicada no rótulo. Não se beneficia com estágio prolongado em garrafa.

VINTAGE DE QUINTA (Single Quinta Vintage) - vinho de uma só colheita indicada no rótulo e proveniente de uma determinada quinta e produzido somente em anos excepcionais. Engarrafados com 2 anos de idade, normalmente permanecem no estoque do produtor por até 10 anos. Vendido quando pronto para consumir, podem envelhecer ainda mais tempo em garrafa.

VINTAGE - vinho de uma só colheita indicada no rótulo e de inigualável qualidade. É o vinho mais fino e raro, pois representa apenas 2% de toda a produção. Produzido com uma seleção dos melhores vinhos de um ano excepcional, representa apenas uma pequena parte da colheita. As suas opulentas características organolépticas correspondem a vinhos que não se conseguem em mais de 3 anos em cada década.

MATERIA ESCRITA POR Ennio Federico http://winexperts.terra.com.br

QUE VINHO DEVO BEBER COM O QUE ?


Existem regras básicas, que nos dizem que um prato de peixe deverá ser servido com um vinho branco, que os mariscos vão bem com os vinhos verdes ou com brancos acídulos, que as carnes se fazem acompanhar por vinhos tintos e que com as sobremesas dever-se-ão servir vinhos licorosos ou espumantes mais ou menos doces.


Alguns exemplos:


Mariscos:

cozidos: vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com vinho verde branco.
gratinados ou cozinhados com gordura, ervas aromáticas, especiarias ou natas: requerem um vinho branco seco, menos acídulo e menos jovem.


Peixes:

cozidos ou grelhados: são beneficiados quando acompanhados por um vinho branco, um pouco acídulo, leve, frutado e vivo.

no forno: deverão ser servidos com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso.
Excepções: Com a sardinha assada e o bacalhau, vai bem um vinho tinto, encorpado e de preferência com alguma adstringência.


Carnes:

vermelhas: necessitam de vinhos tintos encorpados, com "bouquet".
brancas: irão melhor com vinhos brancos fortes ou rosados, mais jovens e menos carregados de aroma e sabor, como Chardonnay ou Sauvignon.
Excepção - O leitão assado no forno deverá sempre ter um espumante natural a acompanhá-lo.


Caça:

Combina com vinho tinto velho, aveludado, com um bom "bouquet".


Pastas:

Com creme de leite ou suaves: combina com vinho tinto suave, frutado.
com muito condimento: necessitam de vinhos tintos encorporados, com "bouquet".


Saladas:

Especialmente as de folhas verdes: combina com vinho tinto.

Doçaria:

Acompanha bem com um vinho licoroso doce ou meio doce, conforme a sobremesa tenha mais ou menos açúcar na sua confecção, ou com um espumante doce.

Excepção – Se os doces tiverem chocolate ou nozes nunca acompanhar com espumante.

Os espumantes vão bem com tudo - Está na moda, começar e acabar uma refeição sempre na mesma companhia: o espumante natural.


Aperitivo: o melhor é aquele que nos possa estimular o apetite para a refeição. Poderá ser um espumante bruto, um Madeira seco, um Porto branco seco ou, porque não, um vinho branco fresco e frutado, com o qual iremos continuar durante a refeição, até ao prato de carne. O que nunca deverá ser servido como aperitivo, são os cocktails, pois estes deixarão o palato incapaz de apreciar os vinhos que venham a ser servidos posteriormente com a refeição.


Digestivo: para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vínica ou bagaceira.

LENDA SOBRE O VINHO

Uma lenda grega atribui a descoberta da videira a um pastor, Estáfilo, que, ao procurar uma cabra perdida, a foi encontrar comendo parras. Colhendo os frutos dessa planta, até então desconhecida, levou-os ao seu patrão, Oinos, que deles extraiu um sumo cujo sabor melhorou com o tempo.
Por isso, em grego, a videira designa-se por staphyle, e o vinho por oinos.
A mitologia romana atribui a Saturno a introdução das primeiras videiras. Na Península Ibérica, ela era imputada a Hercules. Na Pérsia, a origem do vinho era também lendária: conta-se que um dia, quando o rei Djemchid se encontava refastelado à sombra da sua tenda, observando o treino dos seus archeiros, foi o seu olhar atraído por uma cena que se desenrolava próximo: uma grande ave contorcia-se envolvida por uma enorme serpente, que lentamente a sufocava.
O rei deu imediatamente ordem a um archeiro para que atirasse. Um tiro certeiro fez penetrar a flecha na cabeça da serpente, sem que a ave fosse atingida. Esta, liberta, voou até aos pés do soberano, e aí deixou cair umas sementes, que este mandou semear. Delas nasceu uma viçosa planta que deu frutos em abundância. O rei bebia frequentemente o sumo desses frutos.
Um dia, porém, achou-o amargo e mandou pô-lo de parte. Alguns meses mais tarde, uma bela escrava, favorita do rei, encontrando-se possuída de fortes dores de cabeça, desejou morrer. Tendo descoberto o sumo posto de parte, e supondo-o venenoso, bebeu dele. Dormiu (o que não conseguia havia muitas noites) e acordou curada e feliz.
A nova chegou aos ouvidos do rei, que promoveu o vinho à categoria de bebida do seu povo, baptizando-o Darou-é-Shah « o remédio do rei ».
Quando Cambises, descendente de Djemchid, fundou Persépolis, os viticultores plantaram vinhas em redor da cidade, as quais deram origem ao célebre vinho de Shiraz.
A vinha era objecto de enormes cuidados, e o mosto fermentava em grandes recipientes de 160 litros, os guarabares. Foi este vinho que ajudou a dar coragem aos soldados de Cambises na conquista do fabuloso Egipto!

domingo, 3 de abril de 2011

VINHO , alimento funcional

O vinho pode ser considerado um alimento funcional, o que quer dizer que é aquele que possui substâncias boas ao organismo podendo evitar doenças.

Da uva associada ao álcool decorrente da fermentação do mosto, obtem-se o vinho. Classicamente, o vinho é definido como uma bebida resultante da fermentação alcoólica do mosto (suco) de uva, contendo geralmente de 10 a 15 % de álcool, podendo alcançar até cerca de 20% no caso dos chamados vinhos fortificados ( vinho do Porto, Jerez e outros).
Suas propriedades medicinais hoje são consideradas inclusive por cardiologistas, que têm recomendado a bebida com frequência, principalmente para as pessoas com idade acima da faixa etária de 30 anos quando o risco de doenças cardiovasculares aumenta. O vinho pode ser responsável pela elevação das lipoproteínas de alta densidade (HDL) no sangue, o que na linguagem popular significa o "bom colesterol", além de diminuir a agregação das plaquetas nas paredes internas dos vasos sanguíneos, associados aos dois efeitos do produto o resultado será sempre benéfico à proteção do aparelho cardiovascular.

Mas é importante salientar que o VINHO só tem capacidade terapêutica quando administrado na dose certa. Qualquer quantidade a mais o tornará prejudicial tendo em vista ser alcoólico. O álcool em excesso prejudica o organismo, roubando elementos nutritivos a serem absorvidos, além de promover sua dependência cujos danos são desastrosos, tanto psicologicamente, quanto socialmente. Uma pessoa é saudável quando tem um equilíbrio físico, mental e social.