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sábado, 10 de julho de 2010

PRAZO DE VALIDADE DOS ALIMENTOS: ESCLAREÇA SUAS DÚVIDAS!

Faz mal à saúde, comer um iogurte cujo prazo de validade expirou no dia anterior ?
Quanto tempo posso guardar a maionese no refrigerador depois de aberta?
O chocolate esbranquiçado está estragado?

A menção do prazo de validade na embalagem é obrigatória. Apenas os produtos hortícolas frescos sem processamento estão dispensados desta obrigação, tendo no entanto de exibir a data em que foram embalados. Obviamente, o principal objectivo é garantir a segurança do consumo, mas não só. O prazo também garante características comerciais como o sabor, cor ou textura, que o fabricante assegura que se manterão estáveis durante o período indicado. Depois da data indicada no rótulo, o alimento não está forçosamente estragado mas pode não corresponder aos parâmetros de qualidade da altura da compra.
Claro que consumir alimentos fora do prazo de validade deve ser a excepção e não a regra, mas nem sempre o lixo terá de ser o destino final de um produto que pode estar em perfeitas condições, apesar de expirado. Em todo o caso, para consumi-lo em segurança há factos que convém saber:
- Por regra, quanto mais reduzido é um prazo e mais específica a sua data de validade, menos margem haverá para o consumir depois.
- Em geral, quanto mais água e gordura tiver na sua composição, mais rapidamente um alimento se irá deteriorar e menos flexibilidade haverá no seu consumo para além do prazo.
- Mesmo dentro do prazo, um alimento pode deteriorar-se rapidamente se for sujeito a uma má manipulação ou conservação (calor ou contaminação).
- Qualquer embalagem que esteja estufada deve ser rejeitada já que este “inchaço” é um provável indício da existência de dióxido de carbono no interior, uma reacção que se dá quando há proliferação de microorganismos.

Iogurtes. Apesar de alguns especialistas afirmarem que estes alimentos podem ser consumidos um ou dois dias depois do prazo sem problemas, pessoalmente não acho boa ideia essa prática pois já pode existir jmultiplicação de microorganismos potencialmente perigosos como staphilococus ou mesmo salmonelas;
Leites. O de caixinha pode eventualmente ser consumido até alguns dias depois do prazo. Já no leite de saquinho a margem é bem menor e não convém ultrapassar o prazo indicado. O leite em pó, dura bastante tempo desde que não apanhe humidade e esteja numa embalagem fechada.
Queijos. Com o tempo costuma aparecer bolor que pode conter toxinas nocivas. Um ponto pequeno poderá ser retirado sem prejuízo, mas há sempre algum grau de perigo já que o bolor indicia sempre uma quebra da barreira biológica do alimento, o que permite a entrada de toxinas que podem estar presentes mesmo de forma não visível, à excepção dos queijos onde faz parte de sua formação o bolor. Assim, não vale a pena arriscar!
Sobremesas do tipo flan, mousse de chocolate. Não convém deixar passar o prazo já que são produtos processados e com muitos nutrientes, nomeadamente ovos, pelo que o risco de contaminação com staphilococus e salmonelas é grande.
Alimentos congelados. Em regra, quanto menos processado for o alimento mais tempo irá conservar-se sem alterações. Refeições prontas e gelados, por exemplo, têm mais elementos na composição o que os torna menos estáveis mas não perigosos. As gorduras poderão alterar-se e desenvolver-se algum sabor a ranço. Os alimentos congelados à saída da fábrica, sofrem uma congelação muito rápida que mantém os nutrientes intactos, e serão mais seguros do que os congelados em casa. Mas em qualquer caso, o elemento determinante é sempre a manutenção da cadeia de frio. Uma quebra nesta cadeia (seja no transporte para o supermercado ou para sua casa) diminui a margem de conservação. Sinais disto mesmo são a formação de cristais de gelo no interior ou a presença de humidade na embalagem de cartão. Deve ter-se em conta realmente o prazo de validade!
Molhos. Antes de abertos conservam-se bastante bem algumas semanas para além do prazo indicado, mas depois convém não arriscar.
Maionese. É um produto muito sensível e a sua conservação vai depender do cuidado que se tiver na manipulação. É fácil haver contaminação com staphilococus ou salmonelas. Por exemplo, basta um descuido com a colher que se usa para retirá-la do frasco. Por essa razão cuidado com o tempo que tem a maionese na geladeira depois de aberto.
ketchup. É mais ácido e por isso mais resistente. Pode durar um mês conservado no refrigerador, assim como a mostarda.
Molhos de tomate para cozinhar. São bastante sensíveis e podem criar fungos e bolores que produzem toxinas prejudiciais mesmo dentro do prazo. Mesmo que retire o bolor visível, é provável que haja mais microorganismos presentes pelo que não deve consumi-los depois do prazo..
Carne fresca. Pode deixar passar um ou dois dias se mantiver a cadeia de frio intacta e não houver sinais de alteração. No caso da carne picada não dê margem alguma, ao picar-se a carne quebra-se a sua barreira biológica, o que facilita o desenvolvimento de bactérias e permite a proliferação de micro organismos.
Embutidos frescos. Como os fiambres e mortadelas são produtos sensíveis, devem ser consumidos apenas dentro do prazo. Tenha especial atenção à formação de um biofilme de gordura no exterior, possível sinal de microorganismos que podem causar febres e diarreias ou até malformações do feto em grávidas.
Produtos defumados. São mais estáveis porque a fumagem destrói grande parte dos microorganismos e o sal que contêm também actua como conservante. Se vieram embalados em vácuo conservam-se bastante tempo e podem ser consumidos eventualmente alguns dias depois do prazo sem risco.Farinha. Pode durar anos sem que se estrague. Poderá eventualmente haver alteração da propriedade das leveduras, o que faz com que se torne menos eficaz a levedar um bolo ou a fazer pão.
Bolachas e tostas. Quando muito poderão ficar moles com o tempo, um sinal de migração de oxigénio para dentro da embalagem, mas em geral duram bastante tempo, especialmente se as embalagens não forem abertas.
Café e chá. Duram anos, sobretudo se estiverem hermeticamente fechados. Como são confeccionados com água a ferver o perigo de contaminação também é menor. Mas cuidado se cheirarem a mofo, é melhor não arriscar, é preferível deitar fora.
Chocolate de culinária. Pode durar indefinidamente, mesmo que perca algumas propriedades (costuma embranquecer) não apresentará perigo para a saúde. Enlatados. Duram anos, devendo apenas estar atenta a sinais da lata estufada ou outros danos nas latas. Neste caso, nem pensar em consumir.
Azeite. Aconselha-se o consumo no espaço de um ano, mas tudo depende da forma de acondicionamento. Deve sempre ser guardado no escuro já que a luz altera as suas propriedades. Se estiver exposto à luz no espaço de venda ou em casa poderá sofrer alterações. Cheiro a ranço é sempre um indicador disto mesmo.
Vinagre. Também dura bastante tempo e mesmo que perca qualidades não apresentará perigo para a saúde.
Sucos e refrigerantes. Sucos de fruta em garrafas de vidro não devem ser expostos pois a luz solar, pois degrada rapidamente a vitamina C, que contêm. Esta vitamina é um dos elementos conservantes, pelo que a sua degradação pode comprometer a conservação no tempo recomendado. Já os refrigerantes, duram mais tempo, ainda que possam perder propriedades comerciais.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

E QUE TAL TROCAR ALIMENTOS PELOS QUE MAIS VALEM A PENA ?

Ás vezes sem gastar muito e com pouco esforço podemos melhorar a nossa alimentação. Aqui vão algumas ideias com suas explicações.


Pão francês por integral
No café da manhã já podemos começar a proteger as artérias. A massa integral fornece ao organismo boas doses de fibras. Essas fibras servem de alimento a bactérias “boas” que moram no intestino. Bem alimentadas algumas dessas bactérias, fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação sanguínea. Que ao chegar ao fígado, diminui a produção de colesterol.


Leite integral por desnatado
Vamos trocar o leite integral pelo desnatado, ou pelo menos o semidesnatado? A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de conter menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL (mau colesterol).

Cereais açucarados por aveia
A aveia é um dos cereais mais nutritivos do planeta e assim merece um espaço logo no café da manhã, ou na forma de flocos ou de mingau. A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular o colesterol”.

Bauru por peito de peru e queijo branco
E que tal de vez enquanto fazermos esta troca? Não estou dizendo cortar com este lanche tradicional. O problema é que ele aumenta e muito as taxas de colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco? Que tal Experimentar? Mas cuidado é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Uma baguete recheada gigante, pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru pequeno.

Pizza de mussarela pelas de vegetais
A ideia pode não agradar muito mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas de queijo de lado de vez em quando, significa retirar gordura saturada do cardápio. Aquela que aumenta os níveis de LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Como a pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. Sem falar que elas oferecem alguns bônus: menos sal, fibras e antioxidantes.

Salgadinhos por castanhas
Que tal esta troca? Naquele momento em que pinta a fome no meio do dia? Uma solução fácil! Todos sabem que não é nada saudável, recorrer aos salgadinhos, biscoitos recheados. Petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. Sabiam, que esta gordura não só faz aumentar o LDL (mau colesterol) como ainda contribui para derrubar o HDL(bom colesterol)? Então vamos apostar nas castanhas e nas nozes , esses que contêm gordura monoinsaturada (que faz exatamente o trabalho oposto da trans) e ainda são fontes de antioxidantes.
Só ter cuidado com a quantidade, não é, gente?

Picanha por lombo
O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco, tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. De qualquer forma deve sempre limpar a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente, pois apesar de não vermos altas doses de gordura já estão emaranhadas na carne.

Compota de frutas em vez de Quindim
Os doces costumam ser condenados por conterem demasiado açúcar. Porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos, a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes conêm ácidos graxos saturados, que fazem subir as taxas de LDL. Assim que tal mais uma troca? O quindim pelas compotas de frutas. Só não vale, abusar, é claro!

Chá de ervas por chá-mate
Nada contra a receita da vovó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. .A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes.

Cebola branca por cebola roxa
Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho, assim prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que reduz o colesterol, a antocianina. A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo. Importante lembrar que morangos e cerejas, são também reservas de antocianinas.

Camarão por peixe
É verdade que frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas de qualquer forma convem ficar atento durante aquela viagem à praia para não se encher de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol, são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo, ele estará carregado de ômega-3, que diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.

Molho branco pelo de tomate
Neste caso o macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não o aumento do colesterol, é o molho, sempre! O branco é bem gordo, em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não tem esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. Apenas, como dica, procure usar o molho de tomate feito em casa, apesar do maior trabalho que dá, mas assim pode evitar a manteiga no momento de refogá-lo. Se possível, opte pela massa integral.

Chocolate ao leite pelo amargo
O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite. Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.

Sal por ervas e alho
Está em suas mãos uma maneira de preservar os seus vasos sanguíneos sem deixar a comida ficar insossa. Em vez de exagerar no sal, que promove a hipertensão, pode abusar da imaginação, das ervas aromáticas, Por exemplo o alho, que tem compostos capazes de controlar o colesterol. Ervas como o orégano e o alecrim tem compostos que atuam contra a oxidação, quer dizer contra o envelhecimento. Mas importante lembrar que essa ação pode diminuir quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas, assim tente acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.Frango com pele pelo frango sem pele
A maior parte das pessoas pensam que basta retirar a pele de uma coxa de frango assada no prato para se livrar do mau colesterol. Mas se enganam redondamente. Aí, é tarde…
Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo. Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne.

Pipoca de micro-ondas pela de panela
Faz toda a diferença investir o nosso tempo para estourar o milho no fogão. É uma boa forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

BENEFICIOS DA VITAMINA D

Olá queridos amigos.

Nestes tempos de inverno, pelo menos aqui no hemisfério sul, em que o inverno está chegando e o número de horas de sol diminui consideravelmente ( lembrar que estou no sul ) é necessário lembrar que é imprescindível aquelas horinhas sob o astro rei e seus maravilhosos raios. Nem que seja num pequeno passeio na fim do dia, ou quem sabe à hora de almoço. Vão já entender o porquê !


A vitamina D tem sido a estrela dos estudos científicos. É vital para regular a pressão arterial, isso se dá porque a Vitamina D é a principal responsável pelo controle do enrijecimento das artérias que eleva a pressão nas mulheres. É essencial para a manutenção do metabolismo do cálcio, que atua no desenvolvimento ósseo e assim combatendo a osteoporose. Tanto que, em falta, pode levar ao raquitismo infantil, deformidade nos ossos e à baixa estatura. Os adultos com deficiência desta vitamina sofrem com a osteomalácia, doença caracterizada pelo amolecimento dos ossos e deformidade. A vitamina D também fortalece nosso sistema auto-imune e atua na secreção de insulina.
A deficiência do nutriente também está associada à depressão. Também associam alguns estudos que a deficiência da vitamina pode levar à obesidade e ao diabetes.
Mas de que forma se pode obter a vitamina D?
Ela é encontrada em alimentos ou produzido pelo corpo quando expostos à luz ultravioleta do sol. O sol é uma fonte significativa de vitamina D porque os raios ultravioleta do sol desencadeiam a síntese de vitamina D na pele.
Uma maneira boa de manter níveis adequados dessa vitamina é tomar sol de 10 a 15 minutos duas vezes ao dia, pois a luz solar é uma das principais fontes de absorção do nutriente. O responsável por esse estímulo é ninguém menos que o raio UVB. Em outras palavras, apesar de perigoso em doses exageradas, o UVB é sim necessário à saúde. Em algumas épocas a exposição aos raios solares é menor, o que desfavorece a síntese de vitamina D. Desta forma, é importante para pessoas com limitação de exposição ao sol incluir boas fontes de Vitamina D na dieta.
Essa vitamina é armazenada no fígado, dessa forma esse órgão é uma das principais fontes de vitamina D. É uma vitamina lipossolúvel, quer dizer que necessita de gordura para ser absorvida, assim muito cuidado com as dietas que suprimem gorduras em excesso. Pode ser encontrada em alguns alimentos como manteiga, gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau, alguns peixes e nata mas a maioria contem pequenas quantidades dessa vitamina, por isso torna-se necessária a exposição solar (em horários adequados, de 7 as 9 h da manhã) para uma melhor absorção da vitamina D.
A partir dos cinquenta anos de idade, tanto homens como mulheres devem aumentar os níveis de vitamina D. Em idosos, a deficiência de vitamina D pode ser responsável por enfraquecimento ósseo, levando a um aumento do número de quedas devido ao desequilíbrio na postura corporal. Nessa fase da vida, deve-se aumentar a quantidade ingerida de vitamina D, mesmo que seja através de complementos sob orientação médica, para que se possa ser evitar uma possível diminuição de força muscular.

ALGUMAS SUGESTÕES PARA TORNAR A SUA ALIMENTAÇÃO RICA EM CÁLCIO:
· Um iogurte, um copo de leite ou uma sandes de queijo são snacks nutritivos e ricos em cálcio.
· Adicione leite às sopas cremosas: torna-as mais saborosas e ricas em cálcio
· Sopas ricas em cálcio: caldo verde, sopa de nabiças, sopa de espinafres e sopa de agriões.
· Nos molhos para as saladas utilize iogurte natural, simples ou misturado com maionese magra
· Jaquinzinhos e petingas assadas, de escabeche ou de conserva: saborosos e ricos em cálcio (e se puder não se esqueça de comer as espinhas)
· Faça pratos de carne, peixe ou vegetais com molho branco (use leite e corte nas natas).
· Use queijo parmesão ralado em todos os pratos de massas.
· Misture queijo ralado nas massas e nos recheios das quiches e tartes salgadas.
· Costuma ter fome no intervalo das refeições? Porque não comer uns frutos secos (nozes, figos ou alperces) ou um quadrado de queijo?
· Sobremesas tradicionais portuguesas ricas em cálcio: leite creme, arroz doce e aletria.
· Sugestões para sobremesas ou lanches ricos em cálcio: gelados de leite e salada de frutas com iogurte.
· Acha que algumas destas sugestões podem engordar? Então utilize os lacticínios na versão meio-gorda ou magra, modere a sua ingestão de outros alimentos mais calóricos.

OUTROS CUIDADOS ALIMENTARES PARA PREVENIR A OSTEOPOROSE:
· Não consuma bebidas alcoólicas em excesso. O álcool é prejudicial para o fígado, para os ossos e favorece as quedas.
· Consuma com moderação as bebidas ricas em cafeína (p.ex. café, refrigerantes de cola, bebidas energéticas). A cafeína em excesso aumenta a excreção de cálcio na urina.
· Não consuma mais proteínas (carne, peixe, ovos e leguminosas) do que as recomendadas na pirâmide alimentar. Mas, se tem mais de 65 anos ou se teve uma fractura recente deve ingerir a dose máxima recomendada.
· Reduza o sal da sua dieta. Para além de ser bom para os seus ossos será ainda melhor para o seu coração.
· A vitamina D também é importante para ter ossos saudáveis. Parte da vitamina D de que necessitamos é fabricada pela nossa pele através da exposição solar e outra parte provêm da alimentação (p.ex. lacticínios). Se tem mais de 65 anos, se sai muito pouco de casa e não apanha sol (embora 30 minutos por dia de exposição solar o seja suficiente) deve ter mais cuidado com a alimentação ou falar com o seu médico para saber se precisa de um suplemento de vitamina D, principalmente nos meses de Outono e Inverno.

terça-feira, 30 de março de 2010

ALIMENTOS CONGELADOS

Dicas e mais dicas para congelar seus alimentos:
· Com excepção da banana e da pêra d’água, todas as frutas podem ser congeladas inteiras ou cortadas, em forma de puré ou sumo, devendo-se descascar e retirar os caroços imediatamente antes do congelamento.
· As carnes, bem como aves e peixes, devem ser limpos; e partes não comestíveis (como a gordura excedente) devem ser retiradas.
· Guarde pequenas quantidades no congelador.
· Embalar alimentos em sacos plásticos traz vantagens. Economiza recipientes, lugar no congelador e é super prático na hora de descongelar, basta rasgar o plástico e pôr o alimento na panela.
· Para congelar sopas é só esperar que arrefeçam. Depois, coloque um saco de plástico dentro de uma caixa e despeje o líquido no saco até chegar um pouco antes do limita da caixa. Feche e leve ao congelador. Depois que congelar, tire o saco da caixa e pronto! A caixa está livre para ser usada noutras situações o e seu congelador, todo organizado com os “pacotinhos” de sopa enfileirados lado a lado.
· Os tomates não podem ser congelados inteiros, apenas na forma de molho. Uma boa ideia é batê-los no liquidificador, com ou sem casca, cozinhar por cerca de 10 minutos e temperar com um pouco de sal e uma pitada de açúcar.
· Pode congelar qualquer doce. E o tempo de congelamento é mais ou menos o mesmo que outros alimentos, até 6 meses. E para descongelar, tire do congelador umas 8 horas antes de o comer em tempo de calor. Você pode congelar num pote plástico um em cima do outro colocado de uma maneira delicada, fechar com a tampa e colocar no congelador.

domingo, 30 de agosto de 2009

ANVISA FAZ ALERTA SOBRE ALIMENTOS CONTAMINADOS


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou um alerta sobre a contaminação de agrotóxicos nos alimentos vendidos nos supermercados. Por meio de um estudo, foram avaliadas 17 culturas entre frutas, verduras e legumes. Das 1.173 amostras coletadas, 15,29% estavam irregulares quanto aos resíduos de agrotóxicos.

Ingredientes proibidos
Os resultados insatisfatórios referem-se tanto à quantidade de resíduos, que excedem os limites máximos estabelecidos em legislação, ou à presença de agrotóxicos não autorizados para aquele alimento.
Entre 2002 e 2006, foram proibidos os ingredientes ativos benomil, heptacloro, monocrotofós, lindano e pentaclorofenol. Outros, como captana, folpete, carbendazim, clorpirifós e metamidofós, tiveram restrição de uso.
Durante o ano de 2008, o trabalho de reavaliação de agrotóxicos utilizados no país foi marcado por longa batalha judicial. Foi necessário derrubar liminares favoráveis às empresas, que impediam a avaliação de seus produtos. Só assim a Anvisa pode dar continuidade ao seu trabalho.


Os campeões de irregularidades
O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades. Depois dele vêm morango, cenoura e uva. A boa notícia trazida pelo estudo foi que as irregularidades encontradas foram menores que aquelas verificadas no estudo anterior. O tomate, a batata, abanana, arroz, feijão, manga, batata, banana, cebola e maçã.


Prevenção
Para prevenir a ingestão excessiva de agrotóxicos, deve-se então lavar muito bem, em água limpa e corrente, frutas, verduras e legumes, e deixá-los de molho em uma solução de hipoclorito de sódio. A lavagem deve então ser repetida. Outra dica é dar preferência a produtos de época, que geralmente contêm menos resíduos de agrotóxicos, assim como os certificados, tais como orgânicos e com indicação de origem, que são alternativas mais seguras


Data: 17/04/2009

Autor(a): Chico Damaso

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CUIDADO COM OS ALIMENTOS

Queridos leitores quando hoje em dia tanto se fala sobre doenças, é importante lembrar que os alimentos podem ser grandes fontes de contaminação quando as práticas de higiene são deixadas de lado. Desta forma, realizando as nossas refeições tanto em casa quanto fora, nos encontramos sempre em perigo!!
Alguns microrganismos são encontrados nos alimentos desde a sua obtenção na agricultura ou na pecuária, mas também podem ser contaminados por manipulação incorreta, distribuição inadequados, armazenamento e/ou no seu preparo. A falta de cuidado ao manipular e armazenar os alimentos é considerado um problema grave, podendo estar o problema tanto na falta de asseio do manipulador como na maneira de higienizar ou armazenar os alimentos, sendo esta uma das causa mais comuns das toxi-infecções alimentares.
Na verdade os cuidados devem começar no momento da compra. Frutas, legumes e verduras adquiridos nas feiras e varejões ficam expostos ao ar livre durante várias horas, sofrendo as ações do tempo, da manipulação tanto do feirante quanto dos fregueses, exposição à saliva e insetos. Quanto às carnes ou peixes, estes deterioram-se com maior facilidade quando expostos na feira. Os primeiros cuidados na hora da compra é a verificação do estado geral do que será adquirido, ao existirem sinais de deterioração, por mínimos que sejam, não se deve consumir. Os locais de armazenamento devem estar sempre limpos e mantidos hieginizados. No momento da manipulação não pode se esquecer que a higiene dos alimentos começa com a própria higiene do manipulador. Lavagem de mãos deve ser o primeiro procedimento, sendo importante não manipular os alimentos quando estiver com ferimentos nas mãos ou alguma doença infecto-contagiosa. Se tiver que manipular nestas condições deverá utilizar luvas e máscara, e nunca se esqueçam, observar cuidadosamente os prazos de validade dos produtos.
É muito importante ter vários cuidados para retardar ou inibir as contaminações microbianas e a deterioração dos produtos, prevenindo, assim, contra intoxicação e infecção de origem alimentar, entre eles higienizar bem os alimentos. Existem então, alguns procedimentos, para se obter um alimento mais seguro e livre de germes, larvas e sujeiras:
Alguns cuidados para alimentos para serem consumidos crus:
1. Lave bem as frutas e hortaliças em água corrente.
2. Deixe de molho por 15 minutos em solução de água + água sanitária na proporção de 1 colher de sopa de água sanitária para cada 1 litro de água. IMPORTANTE : Nunca utilize água sanitária com perfume.
3. Escorra.
4. Deixe de molho por 10 minutos em solução de água + vinagre na proporção de 2 colheres de sopa de vinagre para cada 1 litro de água.
5. Lave de novo em agua corrente e quando falo em lavar, é lavar mesmo. Esfregue suavemente com as pontas dos dedos toda a superfície. para garantir a eliminação de microorganismos.
5. Escorra a água e pronto!
No caso dos alimentos que serão cozidos :
1. Lave bem as frutas e hortaliças em água corrente.
2. Deixe de molho por 10 minutos em solução de água + vinagre na proporção de 2 colheres de sopa de vinagre para cada 1 litro de água.
3. Escorra a água e está pronto para o preparo .

Algumas outras dicas para que possam cuidarem melhor de seus alimentos:
No mercado veja sempre a data de fabricação e a validade dos alimentos, isso permite estimar o tempo de vida do alimento;
. Evite latas aparentemente danificadas (estufadas, amassadas, com furos ou enferrujadas);
. Lave bem latas e embalagens de conservados quando chegarem do mercado e antes de as abrir. Lembre-se que deve higienizar todos os tipos de embalagens, mesmo os “copinhos” de iogurte precisam ser lavados antes de serem consumidos;
. Mantenha os alimentos protegidos de insetos e roedores;
. Cozinhe bem as carnes antes de consumi-las;
. Use água filtrada ou fervida;
. Cigarros, barba, cabelos soltos, anéis e outros adereços pessoais não combinam com a cozinha, um lugar onde a higiene deve ser total!
. Não acumule cascas ou resíduos sobre a pia a fim de evitar a presença de moscas e proliferação de microorganismos;
. Lave bem e sempre as mãos antes de tocar nos alimentos, tanto no preparo quanto para o consumo;
. Lave todos os utensílio com sabão ou detergente em água corrente, seque e guarde-os em local fechado;
. Evite utensílios que não estejam em boas condições (copos lascados, facas enferrujadas, etc.);
. Limpe regularmente o fogão, geladeira e armários;
. A lata de lixo deve estar sempre fechada, bem como ser lavada frequentemente;
. Não prepare os alimentos muito tempo antes do consumo, pois eles ficarão expostos à ação de seres prejudiciais à sua saúde;
. Quanto tiver necessidade de reutilizar alguns alimentos ou de consumir em um tempo mais longo após a preparação, reaqueça bem os alimentos previamente cozidos, para que os microorganismos existentes possam ser destruidos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

SOPA , UMA ARTE


"As sopas são a versão culinária do surrealismo. Tivesse realizado sua vocação primeira, Salvador Dali seria um especialista em sopas. Pois as sopas se fazem negando as coisas, na sua realidade natural bruta e transformando-as por meios das relações insólitas que o caldo torna possíveis. O caldo da sopa é o meio mágico que junta no caldeirão aquilo que, na natureza, nasceu separado. Creio ser impossível catalogar as combinações possíveis: fubá, trigo, batata, alho, cebola, nabo, cenoura, tomate, ervilha, ovo, abóbora, mandioca, cará, inhame, carne, peixe, galinha, mariscos, repolho, couve, beterraba, aspargo, palmito, feijão, arroz, queijo, azeitona, pão, maçã, abacate, temperos, pimentas, orégano, tandore - uma canja verdadeira não é canja se lhe faltarem algumas folhinhas de hortelã. E é preciso não nos esquecermos que sopa é a única comida que pode ser feita com pedra, como nos é relatado numa das estórias clássicas que se conta para crianças e adultos."

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A busca do homem por uma alimentação equilibrada é antiga, mas é recente a preocupação por uma alimentação segura, saudável e integrada ao meio ambiente sustentável. Cada vez mais pessoas se conscientizam da importância da alimentação balanceada para o equilíbrio não apenas orgânico, mas também emocional e espiritual, resultando em mais saúde e qualidade de vida em qualquer idade.
Mas são muitos os caminhos propostos para se atingir a alimentação ideal e maior ainda a quantidade de nomes que envolve. Os quais nem sempre conseguimos entender exatamente ao que se referem.
Assim trago alguns dos principais termos relacionados ao vasto universo da alimentação atual espero que vá ajudá-los a entender melhor tudo isso. Ora pois....!

ALIMENTO

Substância ou mistura de substâncias, no estado sólido, líquido, pastoso ou qualquer outra forma adequada, destinadas a fornecer ao organismo humano os elementos normais à sua formação, manutenção e desenvolvimento.

ALIMENTAÇÃO

São hábitos, padrões ou dietas alimentares que refletem a adaptação dos diferentes povos do mundo às condições sócio-econômicas, geográficas e culturais em determinado período.

As disciplinas que se relacionam com a alimentação são:
A dietética, um ramo da medicina que estuda quais os alimentos mais apropriados para melhorar a vida das pessoas;
A
nutrição, um ramo da biologia e também da medicina que estuda as características dos alimentos e os processos biológicos que eles sofrem ou provocam;

A culinária, que se ocupa da forma como os alimentos são utilizados nas várias culturas humanas.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Por que nos alimentamos?

Uma nutrição ( alimentação ) adequada e apropriada para cada fase da vida é indispensável a todos os seres vivos, para a manutenção da saúde, diminuição de riscos de doenças e também para a restauração da saúde , através da recuperação, reconstrução, desintoxicação e reparo de células, órgãos e tecidos ao longo de nossas vidas. Nosso sistema imunológico (que nos defende de infecções) e demais funções vitais dependem dos micronutrientes extraídos dos alimentos que ingerimos.
Geralmente, os nutrientes são divididos em duas classes: macronutrientes e micronutrientes.
Os macronutrientes, que incluem as proteínas, as gorduras, os carboidratos e alguns minerais, são requeridos diariamente e em grandes quantidades. Eles constituem a maior parte da dieta e fornecem a energia e os componentes necessários para o crescimento, a manutenção e a atividade.
Os micronutrientes são requeridos em pequenas quantidades, de miligramas (um milésimo do grama) a microgramas (um milionésimo do grama).

O que são macronutrientes ?
Os macronutrientes orgânicos são os hidratos de carbono, as gorduras e as proteínas, que fornecem 90 % do peso seco da dieta e 100 % da sua energia. Digerem-se no intestino e dissociam-se nas suas unidades básicas: açúcares dos hidratos de carbono, ácidos gordos e glicerol das gorduras e aminoácidos das proteínas.
O conteúdo de energia é de 4 calorias por grama de proteína ou hidrato de carbono e 9 calorias por grama de gordura. Como fonte de energia, hidratos de carbono, gorduras e proteínas são intermutáveis quanto à sua proporção em conteúdo energético.
A ingestão de energia varia acentuadamente, de 1.000 a mais de 4.000 calorias por dia, dependendo da idade, do sexo e da atividade física. Comumente, as mulheres sedentárias, as crianças pequenas e os adultos idosos necessitam de aproximadamente 1.600 calorias por dia; crianças de mais idade, mulheres adultas ativas e homens sedentários precisam de cerca de 2.000 calorias; e rapazes adolescentes e adultos jovens ativos do sexo masculino precisam de aproximadamente 2.400 calorias.
Cerca de 55 % das calorias costumam provir dos hidratos de carbono, cerca de 30 % provêm das gorduras e aproximadamente 15 % provêm das proteínas. Se a energia adquirida na ingestão for insuficiente para as necessidades do organismo, perde-se peso; e as gorduras armazenadas no corpo, e em menor grau as proteínas, são usadas para suprir a energia necessária. A falta de ingestão absoluta causa a morte em 8 a 12 semanas.
Os ácidos gordos essenciais constituem cerca de 7 % das gorduras consumidas numa dieta normal (o que representa cerca de 3 % do total das calorias ou cerca de 8 g) e, por isso, são considerados macronutrientes. Compreendem os ácidos linoleico, araquidónico, eicosapentaenóico e docosa-hexaenóico. O ácido linoleico encontra-se em óleos de origem vegetal; o eicosapentaenóico e o docosa--hexaenóico, essenciais para o desenvolvimento do cérebro, encontram-se nos óleos de peixe. Dentro do organismo, o ácido araquidónico pode formar-se a partir do ácido linoleico, e o eicosapentaenóico e o docosa-hexaenóico, a partir do ácido linoleico, embora o óleo de peixe seja uma fonte mais eficiente.
Os macrominerais são cálcio, fósforo, sódio, cloro, potássio e magnésio. Consideram-se macronutrientes porque são precisas grandes quantidades (entre um e dois gramas por dia).
A água, que também é um macronutriente, é necessária em quantidades de 1 ml por cada caloria consumida, ou seja, cerca de 2500 ml por dia.

O que são micronutrientes?
São substâncias que nosso corpo extrai dos alimentos, através do processo de digestão. Esses micronutrientes são absorvidos através das paredes do intestino delgado para dentro das artérias (vasos sangüíneos). Através da circulação do sangue, os micronutrientes são distribuídos às células dos diversos órgãos e tecidos que compõem o nosso corpo, de forma a mantê-los saudáveis, gerando energia e oferecendo matéria prima para a reconstrução e a renovação celular e para a proteção das células contra a intoxicação produzida pelo cansaço, doenças, ferimentos e toxinas (substâncias tóxicas ou venenosas) de diversas origens (poluição ambiental, inflamatória, infecciosa, certos medicamentos, etc.). Os micronutrientes estão classificados a seguir:
Vitaminas: todos os seres vivos que respiram o oxigênio (chamados "organismos aeróbicos") necessitam de um verdadeiro arsenal de vitaminas para que possam sobreviver ao próprio oxigênio. Precisamos do oxigênio para queimar reservas de açúcares e extrair deles a energia que nos mantém vivos, do mesmo modo que o motor de um carro precisa do oxigênio para queimar o combustível (gasolina, álcool ou diesel) para gerar a energia que movimenta o carro. Por outro lado, o oxigênio é um gás tóxico. Por esta razão, todos os organismos que respiram oxigênio utilizam um verdadeiro arsenal de vitaminas e enzimas (um tipo de proteína) para controlar e neutralizar os efeitos tóxicos do oxigênio sobre as células e órgãos
As diversas vitaminas são também necessárias para o bom funcionamento de todos os órgãos, ajudando na cicatrização e renovação de tecidos (pele, mucosa, ossos, etc.), garantindo o bom funcionamento do sistema imunológico (que nos defende de infecções), protegendo o colesterol e outras gorduras do corpo contra a rancidificação produzida pelo contato com o oxigênio
As vitaminas são classificadas como hidrossolúveis (vitamina C e oito componentes do complexo vitamínico B) ou lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K). São elementos vestigiais essenciais o ferro, o zinco, o cobre, o manganês, o molibdênio, o selênio, o iodo e o fluoreto. Excetuando-se o fluoreto, todos esses minerais ativam enzimas necessárias ao metabolismo. O fluoreto forma um composto estável com o cálcio, ajudando a estabilizar o conteúdo mineral dos ossos e dos dentes e ajudando na prevenção das cáries dentárias.
As melhores fontes de vitaminas são as verduras, legumes e frutas (consumidos crus) e os grãos integrais (em sopas, pães e bolos). As vitaminas também estão presentes no leite integral, laticínios e carnes cruas (sushi, sashimi e quibe cru). Contudo, grande parte delas se perde no processo de pasteurização ou outro tipo de processamento industrial, bem como no cozimento caseiro, porque a maioria delas é sensível ao calor (algumas vitaminas se degradam rapidamente, mesmo à temperatura ambiente, quando esta for superior a 25o C e à exposição à luz (solar ou artificial) e ao oxigênio do ar; por exemplo, a vitamina C.
Sais Minerais: existem vários minerais que participam de diversas funções em nosso corpo: desde a formação e manutenção de ossos até o bom funcionamento das células de nossos órgãos, como por exemplo, músculos, coração e cérebro. Alguns dos minerais que nosso corpo extrai dos alimentos, são: cálcio, potássio, magnésio, ferro, selênio, lítio, sódio, zinco, etc. Todos os alimentos citados anteriormente são fontes de diversos sais minerais e - o que é mais importante - os minerais dos alimentos encontram-se em proporções fisiológicas e ligados a proteínas, o que facilita a sua absorção.