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domingo, 15 de janeiro de 2012

O CALDO VERDE E O CANCER !


Não resisto ao envio deste artigo surpreendente.

O CALDO VERDE EVITA O CANCRO !
Por Manuel Luciano da Silva,Médico


Muita gente sabe que o caldo verde é uma sopa de couve portuguesa,  tipicamente  do norte de Portugal Continental,  mas  muito divulgada por todo o país.
Couve é o  nome genérico que se usa para  descrever uma   grande família  de hortaliça  caracterizada  por folhas largas, esverdeadas e  muito ricas em nervuras, fibra e vitaminas.  Existe uma variedade de couves:   couve galega, couve lombarda, couve crespa, couve penca,  couve tronchuda,  couve bastarda, couve repolho, couve bróculo roxo, couve bróculo branco e até couve flor!  Mas a couve preferida para se fazer o caldo verde,  como deve ser,  é a couve chamada galega, muito cultivada na Província do Minho em Portugal.
Na Nova Inglaterra os nossos emigrantes cultivam nos seus quintais a couve galega,  depois de usar vários truques para passarem, contra a lei,  na alfândega as sementes desta  couve preferida.  Na América há uma couve semelhante à galega  que  tem o nome de: "collards".
Devido  às  temperaturas  negativas as couves galegas não se aguentam ao relento durante os meses de inverno e assim a nossa gente usa um tipo de couve crispada chamada "kale". Mas o caldo feito de "Kale" não é genuinamente caldo verde. Perde a sua característica,  não pelo tipo diferente de couve, mas sim pelos ingredientes que as cozinheiras  imigrantes lhe adicionam e que não devem fazer parte da receita do caldo verde.
Sucede que a composição da "kale soup" é muito complexa: além da couve ou "kale", leva carne de vaca, carne de porco, chouriço, ou linguiça, feijão, batata, cenoura, água, sal  e mais não sei quê. Gostosa? Sim, senhor, mas é tão concentrada, é tão forte que até faz lembrar cimento armado ou entulho!...
Em contrapartida  a receita do caldo verde é muito simples: água, sal,  batata ralada, couves cortadas  às tiras fininhas, azeite português  e mais nada!
No entanto há muitas donas de casa que não sabem cozinhar  o caldo verde como deve ser. Não fazem caldo verde para os seus familiares  por que dá muita maçada a cortar as couves às tiras muito fininhas... Mas talvez a razão principal seja por  as cozinheiras portuguesas  na América pensarem que o caldo verde por ter tantas couves não  tem  nenhum valor nutritivo, não presta para nada! Como estais enganadas,  minhas senhoras!
Se vos disser que de todos os cozinhados tipicamente portugueses o caldo verde é o melhor para a  nossa saúde?! Que pensais se vos disser,   como médico,  que o caldo verde evita o cancro?! E se vos disser  que o caldo verde evita os ataques do coração por reduzir no sangue o colesterol, pensais que é fantasia!?  E se vos disser mais: que o caldo verde evita as pedras na vesícula  e evita as hemorróidas?!
É caso para perguntardes: se isso é verdade, porque é que levou tanto tempo a descobrir que o caldo verde é tão milagroso?! 

DOUTOR BURKITT


Na década de setenta o famoso médico inglês Burkitt chefiou um grupo de médicos da Grã Bretanha que foram para a África  Central estudar as diferenças entre as doenças que existem na selva e na zona metropolitana de Londres.
Depois de estudos muito apurados o Dr. Burkitt veio a descobrir  que existe no continente africano um tipo de cancro  diferente  que é causado por um vírus. Esta descoberta foi sensacional porque  provou-se, pela primeira vez, que certos tipos de cancro podem ser causados por vírus.  Em honra desta descoberta  o mundo médico mundial  passou a chamar a este tipo de cancro:  Linfoma não-Hodgkin de Burkitt.
Revelo esta informação médica  a respeito do Dr. Burkitt para os leitores melhor  apreciarem  o calibre das observações que a equipa do Dr. Burkitt veio a registar  no que diz respeito às diferenças  que existem  entre a dieta dos nativos  africanos e a dieta do povo londrino.
Primeiro os médicos ingleses verificaram  que os nativos nunca tinham prisão de ventre, não contraiam cancro do recto, não tinham ataques do coração, não sofriam de hemorróidas, nem  apendicite aguda!
Surpreendidos com estes factos os médicos britânicos constataram  que os nativos africanos defecavam ou obravam, durante 24 horas, um volume, QUATRO VEZES  maior do que qualquer cidadão inglês!
Admirados com este achado, os mesmos médicos prosseguindo com as suas pesquisas concluíram que a diferença dramática de saúde entre o povo inglês e os nativos em África se devia ao facto dos africanos comerem NOVENTA POR CENTO   de ALIMENTOS RICOS  em FIBRAS VEGETAIS,  que não chegam a ser absorvidos no intestino e  saem nas fezes praticamente intactos, aumentando assim o volume fecal, evitando  portanto a prisão de ventre!
Nos últimos anos mais de mil especialistas em todo o mundo  têm publicado artigos em jornais e revistas médicas  sobre  as observações da equipa médica do Dr. Burkitt, CONFIRMANDO que os alimentos melhores para a nossa saúde são aqueles que têm mais fibras vegetais  não-reabsorvíveis e que  nos obrigam a visitar mais vezes a retrete....  Eu tive oportunidade de ouvir uma conferência sobre este assunto pelo Dr. Burkitt,  há vários anos,  no Hospital de Roger Williams,  em  Providence,  Rhode Island,  na qual o famoso médico  usou esta frase bombástica: "É MAIS IMPORTANTE SABERMOS O VOLUME DA MERDA DIÁRIA DUMA PESSOA DO QUE O VALOR DO SEU AÇÚCAR OU DO SEU COLESTEROL!"



BENEFÍCIOS  DO CALDO VERDE
Para apreciarmos as maravilhosas qualidades do caldo verde temos que primeiro  analisar o nosso aparelho  digestivo. Qual é o comprimento  do nosso tubo digestivo?  Qual é a distância que vai da boca até ao ânus? Resposta: O comprimento do nosso tubo digestivo é quase SETE vezes a altura de cada pessoa! Deste modo se um homem tem de altura um metro e meio, o seu tubo digestivo possui DEZ METROS de comprimento!  É igual à mangueira de regar o quintal!...                                       
Agora compreendemos melhor porque é que a Natureza  exige que a nossa alimentação contenha 90 por cento  de alimentos com fibras vegetais que não sejam reabsorvidas. É  preciso que a nossa alimentação contenha substâncias que não desapareçam, que não sejam reabsorvidas, no percurso do tubo  digestivo, porque de contrário não  chegará nada ao fim do canal que tem em média mais de dez metros de comprimento...
Analisemos agora  o conteúdo do caldo verde:
COUVES -  As couves são a parte mais importante do caldo verde porque são muito ricas em fibras não-reabsorvíveis.  Além disso as couves são muito ricas em vitamina A  e  complexos B (tiamina, riboflavina e niacina). Possuem  também cálcio, ferro, fósforo, potássio,  mas  têm poucas calorias.
AZEITE -- O azeite deve ser português porque é muito rico em ácidos não-saturados que fazem baixar o colesterol mau.
BATATA --  serve para amaciar, tornar  mais homogéneo o sabor do caldo verde e o seu valor calórico não está fora de ordem.
ÁGUA QUENTE -- A água quente do caldo verde é muito importante, porque  faz funcionar muito melhor  os sucos digestivos e os fermentos ou enzimas do aparelho digestivo.   A água quente faz descontrair os esfíncteres ou válvulas do aparelho digestivo, estimula a contracção normal da  vesícula biliar e relaxa o estômago  e os  intestinos  delgado e grosso, tornando a nossa digestão agradável e saudável. 
SAL-- Não deve ser exagerado. Só o preciso!
CHOURIÇO --  O chouriço - para ser cortado às rodelas e pôr no caldo verde -- deve ser cozido à parte para se  deitar fora a água porque  esta contem  os produtos cancerígenos do  chouriço  devido ao processo de ter sido   defumado.
BROA -- A broa deve ser à moda portuguesa feita com o farelo  e  farinha  de milho  como se coze na  nossa terra.
Quem comer uma malga de caldo verde todos os dias não tem prisão de ventre! Quem não tem prisão de ventre não tem hemorróidas! Por outro lado  uma pessoa fazendo as suas necessidades diariamente, o fígado é obrigado a produzir mais bílis e a  vesícula a expelir mais sais biliares  para untar a tripa por dentro para que os alimentos deslizem melhor. Deste modo saindo mais bílis (rica em colesterol)  para o exterior  através  das fezes, dá-se uma baixa de colesterol no sangue, diminuindo os riscos de ataques cardíacos e de pedras da vesícula (compostas por colesterol)! O caldo verde faz também  com que a pessoa emagreça e se torne mais saudável e mais feliz.



CANCRO DO CÓLON

Tem-se verificado uma relação directa entre a prisão de ventre e o cancro do cólon ou do intestino grosso. Porquê?  Porque quando há prisão de ventre as fezes ficam paradas no intestino grosso, ou cólon e assim  os produtos tóxicos  contidos nas FEZES RETIDAS bombardeiam as células da mucosa intestinal de tal maneira  que com a  REPETIÇÃO  deste processo  desencadeia-se  o princípio do cancro do cólon ou do intestino grosso que é uma doença terrível!
Como contra prova dos estudos que a  equipa do Dr. Burkitt  observou   em África,   deram-se  aos nativos africanos   dietas  iguais  à que os ingleses e americanos usam com McDonalds, "ice cream" ou sorvetes, pizzas, lasanhas, batatas fritas, etc. Inverteu-se a dieta: em vez de 90 % de dieta com vegetais os nativos africanos  passaram a ter uma dieta de SÓ DEZ  por cento de vegetais.   Resultados: Os nativos começaram a engordar, o colesterol começou a subir, passaram a ter prisão de ventre e a desenvolver hemorróidas como os ingleses e os americanos!
Parece incrível, mas é verdade! No fim do século XX são os povos primitivos a ensinar ao homem civilizado, ao homem dos produtos sintéticos e das pastilhas qual é a alimentação mais saudável!
Há mais de 40 anos visitei as Termas de Melgaço no Norte de Portugal. Estas termas são especialmente dedicadas a  doentes diabéticos,  cardíacos e renais. Observei então que fazia parte do tratamento obrigatório, a todas as refeições diárias,  um grande prato de caldo verde.  E todo o doente que quisesse  comer fora das três  refeições só podia  comer mais  outro prato de caldo verde!  O certo é que todos os doentes melhoravam das suas enfermidades!
Ainda hoje em Coimbra quando os estudantes fazem uma farra ou há uma reunião de curso e se come e  se bebe exageradamente... depois duma bela  guitarrada,  à meia noite,  serve-se sempre um caldo verde -- bem quente --  para "limpar e acalmar as entranhas"... Quando tiver uma festa grande em sua casa faça o mesmo: ofereça aos seus convidados um caldo verde para   despedida e para terem boa viajem!...

RECEITA DO CALDO VERDE À MODA  DE VALENÇA DO MINHO


Dois  litros de água; 4 colheres de sopa de azeite português; 750 gramas de batatas; 1 ou 2 couves galegas conforme o tamanho; sal; 1 chouriço (cozido à parte); broa.
TÉCNICA:  Deita-se a água numa panela com o azeite e as batatas descascadas cortadas em 4 pedaços.  Põe-se sal quanto baste e deixa-se ferver. Quando as batatas estiverem cozidas, tiram-se e passam-se por um passador.  Voltam à panela para apurar. Entretanto cortam-se as couves  em tiras o mais fino possível. Lavam-se e deitam-se na panela QUINZE minutos antes da sopa  ser servida, deixando a panela fever DESTAPADA.  Serve-se o caldo verde em  tigelas de barro, com uma rodela de chouriço e um bocadinho de broa.
Como  já se encontram  à venda na Nova Inglaterra as deliciosas sardinhas portuguesas congeladas, pode ser que algum dia algum comerciante se lembre de fazer  coisa semelhante  e nos mande  as couves galegas já cortadas às tirinhas em caixinhas congeladas, prontas a meter na panela,  para saborearmos,  mesmo durante o Inverno severo na  América,  o nosso  genuíno caldo verde!

terça-feira, 20 de abril de 2010

ASPARGOS




Hoje venho escrever sobre um alimento não muito habitual na alimentação Brasileira. Mas aos poucos ele está chegando e ficando e acho que vale a pena falar nele dadas as grandes potencialidades que apresenta para a nossa saúde.
Ora seja bem vindo o Aspargos !!!


Aspargos officinalis é uma planta nativa da Euro-Asia, de talos brancos ou verdes. Com plantações espalhadas pelo mundo todo, ele cresce melhor em solos arenosos. O aspargo tem sido cultivado e prestigiado desde os tempos mais remotos até hoje, devido às suas propriedades benéficas e excelente sabor. Conhecido pelos romanos e egípcios, também era posto a secar pelos índios americanos para a cura de problemas na bexiga ou nos rins. Porém o aspargo só chegou à França no reinado de Louis XIV.
Atualmente existem muitas variedades de aspargos, tais como o aspargo Inglês (que nunca cresce com o talo muito grosso e é apreciado por seu sabor), Italiano (que tem uma cor violeta e é menos saboroso), e o Francês (que é uma variedade melhorada com talos menos grossos e uma ponta de cor violeta clara). A Holanda, Alemanha e Bélgica preferem os aspargos brancos, que são cultivados de maneira a não desenvolverem a clorofila.
São uma fonte de vitamina A, B, C, cálcio e ferro, os aspargos também fornecem uma grande quantidade de fibras, com cerca de 3.6 gramas por xícara de vegetal. Depois do suco de laranja, ele é tido como a melhor fonte de ácido fólico, conhecido por diminuir os riscos de doenças do coração, câncer de cólon, doenças do fígado e da espinha. Os aspargos também são ricos em sais minerais, potássio e muitos micronutrientes. São também baixos em calorias, sem gorduras e colesterol.
O aspargo é fonte de ácido fólico, potássio, vitamina A, B6 e C e tem também tem propriedades anti-inflamatória e diurética. A concentração de aminoácidos e minerais, que ajudam no metabolismo do álcool no fígado, é maior nas folhas da plantas, mas essas são fáceis de ser encontradas na feira ou no mercado. No entanto, o broto também demonstrou ser uma boa fonte de proteção para o organismo. O próximo passo para os cientistas é descobrir a dose correta e ver como o vegetal pode ser usado para o tratamento do fígado.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, os aspargos também contém uma alta quantidade de glutadina, um dos maiores combatentes desta doença, além de possuírem propriedades anti-virais. Pesquisas nutricionais demostraram que a glutadina é o agente mais eficaz de desintoxicação no corpo humano.
Aspargos frescos devem apresentar o talo firme e uma cor uniforme. Eles são melhores aproveitados se comidos assim que forem comprados. Poderão ser armazenados até três dias em geladeira se forem postos em uma vasilha com seus talos submersos em um pouco de água que cubra-os (cerca de 2 cm, ou o suficiente para manter os talos umedecidos). Outro método de manutenção é enrolar as pontas cortadas em papel umedecido e colocar os aspargos dentro de uma vasilha fechada para ser refrigerada.
Para preparar os aspargos, lave-os em água fresca para remover a sujeira. Retire a parte mais dura do talo (de baixo), por ser muito fibroso. Os aspargos mais novos talvez só precisem que esse pedaço do talo seja removido, porém os mais velhos têm que ser descascados também. Cozinhe-os pelo menor tempo possível para que uma boa textura e coloração sejam garantidas.
Os aspargos são geralmente cozidos no vapor ou fervidos em água, porém seu sabor é tão delicado que é melhor que sejam cozidos para menos do que para mais. Use-os por si só ou servidos como parte de uma salada, preservados para dias de inverno, em sopas, refogados ou fritos rapidamente, em quiches e guisados. Os franceses costumam comê-los quentes com manteiga, enquanto os italianos comem-nos frios com vinagrete.

Autor: Chef Patrick Martin

DICAS ALIMENTARES PARA PACIENTES COM CÂNCER


No seguimento do meu artigo sobre aspargos decobri esta matéria que vos envio.


Confira dicas alimentares e receitas do chef catalão Ferran Adrià elaboradas para pacientes com câncer pela AECC (Asociación Española contra el Cáncer) -contidas no livro "Alimentación y Cáncer", editado pela AECC.

PARA INFLAMAÇÃO DA MUCOSA DA BOCA E DA GARGANTA (MUCOSITE)

Sopa de aspargos com azeite de oliva
(Para 2 pessoas)
INGREDIENTES
1 maço de aspargos verdes2 colheres de creme de leite fresco2 colheres de azeite de oliva
PREPARO

Ferva os aspargos em água com sal. Corte as pontas deles. Pegue a parte macia dos talos, ferva em água por três minutos e refresque rapidamente em água bem fria com sal para que não perca a cor nem passe do cozimento. Branqueie as pontas dos aspargos al dente -mergulhando-as na mesma água do cozimento anterior por dois minutos e passando-as em água fria- e deixe esfriar. Bata os talos no liquidificador e acerte o sal. Monte a sopa com as pontas dos aspargos, uma colher de creme de leite batido e um fio de azeite.
DICAS
- Evite comidas que possam irritar as mucosas, como suco de laranja ou limão, e alimentos muito condimentados, salgados ou duros
- Prefira alimentos moles, como purês, queijo e banana
- Procure consumir os alimentos frios ou em temperatura ambiente. O calor pode irritar ainda mais a mucosa

PARA ALTERAÇÃO DO GOSTO E DO OLFATO

Creme frio de ervilhas com hortelã
(Para quatro pessoas)
INGREDIENTES
400 g de ervilhas500 ml de água25 g de "jamón serrano"1/2 maço de hortelã100 g de óleo de girassol
PREPARO

Coloque a àgua para ferver e adicione as ervilhas. Retire-as do fogo e triture até conseguir um creme bem fino. Coe. Coloque pouquinho sal e deixe esfriar na geladeira. Enquanto isso, separe as folhas da hortelã e as triture com o óleo de girassol. Corte o "jamón" em tiras. Sirva em uma sopeira o creme com o "jamón" em cima e finalize com um fio do óleo de hortelã.
DICAS
- Substitua a carne vermelha por frango, peru, ovos ou legumes, que têm cheiro e sabor menos intensos
- Sirva a comida em temperatura ambiente ou fria (exalam menos cheiro)
- Se o cheiro te desagrada enquanto cozinha, peça a algum familiar que faça isso em seu lugar
- Mantenha uma boa higiene oral e dental

PARA NÁUSEAS E VÔMITOS
Sopa de melancia e tomate com alfavaca
(para duas pessoas)
INGREDIENTES
3 tomates1/4 de melanciaSal e pimenta* Para o azeite de alfavaca2 raminhos de alfavaca fresca1 copinho de azeite de oliva* Guarnição6 cubinhos de melancia6 tomates-cereja6 folhinhas de alfavaca
PREPARO

Coloque água para ferver. À parte, corte em pedaços a melancia e os tomates e triture-os bem fino (reserve seis cubinhos quadrados de melancia sem triturar). Passe a sopa por um coador para retirar grumos e caroços. Tempere com sal e pimenta. Escalde os tomates-cereja por alguns segundos na água fervente, deixe que esfriem e descasque-os. Desfolhe a alfavaca e triture com o azeite de oliva. Acerte o sal. Monte o prato com a sopa, os cubos de melancia, os tomates-cereja descascados, as folhas de alfavaca e um fio do azeite de alfavaca.
DICAS
- Coma pouca quantidade por vez, mas realize de cinco a seis refeições diárias
- Prefira comidas em temperatura ambiente ou frescas, já que as quentes podem favorecer o aparecimento de náuseas
- Coma devagar, mastigando bem os alimentos
- Evite comidas ricas em gordura (frituras, leite integral, molhos), que dificultam a digestão

PARA DIARRÉIA

"Horchata" de arroz com canela
(Para quatro pessoas)
INGREDIENTES
500 ml de água50 g de açúcar100 g de arroz cozido1/2 pau de canela
PREPARO

Misture a água com o arroz e o açúcar. Triture com a ajuda de um batedor de ovos. Adicione a canela, misture e tampe. Deixe descansar na geladeira por cerca de 12 horas. Retire a canela e volte a triturar um pouco mais. Observe que, depois do repouso, ao voltar a triturar a mistura, esta adquire uma cor branca opaca parecida com a do leite. Coe em um coador fino e sirva.
Consuma sempre bem fria e agite antes de servir.
DICAS
- Nas primeiras horas após a diarréia, não coma nada, para que o intestino descanse.
- Duas ou três horas depois, introduza lentamente líquidos, tomados em pequenos goles a cada cinco ou dez minutos.
- Quando a diarréia começar a melhorar, consuma alimentos sem gordura e de fácil digestão em pequenas quantidades (arroz, frango ou peixe ensopados etc.)