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sábado, 20 de março de 2010

PEIXE: HIGIENE É FUNDAMENTAL DESDE A PESCA ATÉ A MESA

O aumento do consumo de peixe na época da Quaresma, deve ser precedido de alguns cuidados para evitar a compra de produtos que não estejam nas condições ideais de qualidade.
Os consumidores devem ao sair de um supermercado ou restaurante após compra ou consumo de peixe ter a certeza de terem escolhido um produto de alta qualidade e que tenha valido o preço que pagaram por ele.
Por essa razão o Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA) está reeditando em seu site (www.mpa.gov.br) a cartilha "Boas Práticas de Manipulação de Pescado", elaborada em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o objetivo de orientar os consumidores na hora da compra.
Os cuidados com a manipulação, de acordo com a cartilha, devem ser observados desde o momento da pesca até o prato ser posto na mesa. Toda a cadeia produtiva, a higiene é fundamental. Assim quem captura, cultiva, descarrega, transporta, processa, armazena, distribui e comercializa o pescado tem que garantir que as boas práticas estejam presentes em todas essas etapas.
Logo após a captura, o pescado deve ser acondicionado em gelo produzido com água filtrada e sem entrar em contato com outras substâncias para evitar sua contaminação. O transporte deve ser feito sempre em recipientes que possam manter a temperatura adequada e sua armazenagem deve ser feita de forma cuidadosa para que não haja danos ao produto. Assim caso a pele ou os órgãos internos sofram cortes, as fezes do animal poderão contaminar toda carga do recipiente. A lavagem e retirada das vísceras, faz com que o pescado mantenha sua qualidade de consumo por mais tempo. Mas, caso não haja as condições ideais para esse tipo de manipulação, é melhor guardar o produto por inteiro e limpá-lo posteriormente. A refrigeração ideal deve ser feita com no mínimo 1,5 Kg de gelo para cada 1 Kg de pescado, sendo que a primeira e a última camadas serão sempre de gelo, com o pescado entre elas.
Importante também que o pescado nunca deva ser enrolado em jornal, sacos de lixo ou qualquer outra embalagem inadequada.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa... Chocolate... Hummm... que delícia!

A Páscoa está aí e é difícil resistir às tentações dos chocolates, escancarados aos olhos de seus indefesos apreciadores nas mais variadas formas, tamanhos, sabores, embalagens. Uma das guloseimas mais consumidas no mundo, o chocolate ainda por cima é benéfico à saúde, desde que ingerido com moderação. Estudos garantem que a gostosura protege o coração, abaixa os índices do mau colesterol, estimula o raciocínio, entre outros efeitos. Segundo entendidos no produto, um bom chocolate derrete rapidamente na boca, não precisar ser mastigado e não deixa resíduos de açúcar na língua.

Prazo de validade
Geralmente os fabricantes recomendam consumir o chocolate dentro de um período de 6 meses, para que se obtenha o melhor sabor e aroma do produto. A validade poderá se estender até um ano, conforme a orientação dada no rótulo pelo produtor, mas para que a gordura (que é predominante) não estrague a sua aparência é importante evitar deixar o produto em lugares muito quentes ou abafados.

Quanto e quando consumir ?
O chocolate pode engordar se a ingestão for maior do que o necessário. Não se deve esquecer que este alimento possui alto teor de gordura e açúcar. Evite ingerir quantidade superior a 50 gramas por dia. O chocolate está entre os alimentos não indicados para serem consumidos pouco antes de dormir, assim como o café, entre outros, porque o chocolate em sua composição possui a cafeína, dificultando o sono em pessoas mais sensíveis a isso.


Controle das crianças
O mais coerente é os pais darem o exemplo dentro de casa ou nas lojas, não consumindo ou comprando excessivamente grandes quantidades de ovos ou semelhantes. Se a criança não tiver nenhum impedimento para comer chocolate, os pais devem conversar com ela e negociar a quantidade a ser consumida e em qual momento do dia.

Tipos e misturas
Segundo os produtores de chocolates a diferença é no seu conteúdo: O Branco leva leite em pó, manteiga de cacau, açúcar e lecitina de soja; o Amargo, manteiga de cacau, massa de cacau (resultado da trituração das favas), açúcar e lecitina de soja (estabilizante usado para tornar a mistura homogênea); já no Ao Leite, adiciona-se leite em pó à massa de cacau, à manteiga de cacau, ao açúcar e à lecitina de soja. A cada acréscimo de outro produto na composição (tipo passas, amêndoas etc.) sempre haverá uma alteração no seu valor nutritivo. Dependerá do produto que está sendo acrescentado. Já a diferença calórica entre os tipos de chocolate é pequena. Em cada 100 gramas, por exemplo, o chocolate branco tem 550 calorias; o chocolate ao leite, 540 calorias; e o chocolate amargo 537 calorias.

Versão Diet
Cuidado, há muito engano neste contexto.
O fato de não levar açúcar não torna o produto menos engordativo, pois para ter uma liga melhor é acrescido de mais gordura, o que pode torná-lo mais calórico. Pelo fato de ser isento de açúcar, os portadores de diabetes poderão consumi-lo, porém em quantidades pequenas, porque a gordura que eles estão ingerindo, ao ser metabolizada no organismo, se transformará em também.