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quinta-feira, 25 de março de 2010

HISTÓRIA DO PÃO


A história do pão pode ser referida por mais de 6 mil anos. Alguns historiadores mencionam que é provável que este tenha sido desenvolvido de uma massa rudimentar chamada GRUEL.
Nos primórdios da Idade da Pedra, o GRUEL já era conhecido, sendo feito com grãos triturados ou moídos com água ou leite por todas as civilizações. A partir do GRUEL, foi desenvolvido pão chato que era seco pelo ar e cozidos em pedras quentes.
No final da Idade da Pedra, o pão chato tinha o formato de disco e estes pães eram geralmente consumidos quentes, ou eram secados e armazenados. Todos os tipos de grãos podiam ser utilizados no preparo do GRUEL, mas a escolha destes grãos foi se aprimorando. Por este motivo, o pão chato foi introduzido lentamente, em localidades diferentes.
Outros tipos de grãos foram utilizados, como a cevada e o selecionamento dos grãos foram aprimorando-se. Hoje o trigo é cultivado no mundo inteiro para este propósito e o centeio também é cultivado, para produção de pães, na Europa Central e Oriental.
Trigo e centeio são também chamados de grãos de pão devido à suas aplicações adequadas à produção de produtos de panificação.
A produção de pão pressupõe o desenvolvimento de fornos e a descoberta da fermentação. Desde 1750 A.C. Existiam profissionais de panificação no Egito. Eles promoviam o crescimento de massas de trigo com o uso de levedo de cerveja e algum crescimento químico.
Em 100 A.C. o pão de massa fermentada era conhecido em grande parte do mundo. Os gregos desenvolveram a arte da panificação posteriormente, e especialmente os projetos de fornos. Padeiros gregos trouxeram a arte de panificar pães e bolos para Roma.
A partir do século XVIII, a introdução da produção industrial de levedura de panificação, foi decisiva para a tecnologia da panificação e este desenvolvimento permitiu a produção do pão como nós conhecemos atualmente. As típicas propriedades dos pães, suas formas, aparência, textura e sabor, foram originalmente produzidos manualmente e em conformidade com a qualidade dos grãos disponíveis.
Apesar de todo o desenvolvimento da panificação, 60% da população mundial (dados de 1983) ainda consomem o GRUEL e o Pão Chato.



Fonte: www.limerppan.com.br

quarta-feira, 24 de março de 2010

FEIJOADA A RAÍNHA



UM POUCO DE HISTÓRIA
Diz a história que a feijoada, um dos pratos mais famosos da culinária brasileira, se originou por meio dos costumes dos escravos africanos. Prato que consiste na mistura de feijão preto, carne de porco, farofa, entre outros ingredientes. Contam que na época da escravidão, os senhores de escravos não comiam as partes menos nobres do porco, como orelhas, rabos ou pés, e davam tais partes aos seus escravos. Como a alimentação dos mesmos era baseada apenas em cereais, como milho e feijão, resolveram pegar as partes do porco que eram rejeitadas e juntá-las com o feijão, cozinhando tudo em um mesmo recipiente, além de adicionar água, sal e pimentas diversas à mistura.
Ora só se esquecem que muito antes dos escravos existirem nas terras Brasileiras já existia em Portugal. Sim senhor ! Acreditem ou não, na sua origem este prato era feito com lentilhas ou grão de bico, conforme a zona. Devido ao longo tempo de conservação de todos os seus ingredientes (secos, fumados e salgados) era a refeição padrão que existia a bordo das caravelas, embora como rancho melhorado. Mais tarde, foi a refeição por excelência nas plantações do Brasil e aí passou as ser preparada com feijão.
Esta é a receita original proveniente de Trás-os-Montes a que os brasileiros chamam de sua.