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segunda-feira, 11 de julho de 2011

LEITE CREME

RECEITA
Aqui vai a receita desta deliciosa sobremesa.

INGREDIENTES

  • 1 litro Leite
  • 150 gramas açúcar
  • 60 gramas Farinha
  • 1 casca de limão
  • 1 pau de canela
  • 3 a 4 gemas de ovo
MODO DE FAZER


Coloque o leite para ferver junto com a casca de limão e um pau de canela.
Misture bem o açúcar com a farinha e adicione progressivamente ao leite quente.
Deixe ferver durante alguns minutos, mexendo sempre, até adquirir uma consistência menos líquida.
Junte umas colheres deste creme às gemas de ovo mexidas e depois adicione-as lentamente ao creme, mexendo sempre.
Retire o pau de canela e a casca de limão e verta numa taça ou em taças individuais.
Polvilhe com açúcar e queime com um ferro quente, mas se preferir pode polvilhar apenas com canela em pó.

LEITE CREME - UMA HISTÓRIA DOCE

Embora na Europa o Leite Creme seja uma das mais famosas sobremesas, aqui no Brasil mais propriamente em Curitiba a minha experiencia de uns poucos meses no meu querido bistro, Ora Pois, veio me dar a conhecer que esse doce é realmente um desconhecido. Então para todos os meus queridos leitores aqui vai um pouco da história deste maravilhoso doce.

O leite-creme é uma das sobremesas mais famosas que se conhece. Provavelmente algo que ver com o contraste entre o frio e cremoso manjar com a crocante e quente camada de açúcar queimado. Este prato deve ser preparado com cuidado, pois é muito fácil errarmos na sua confecção.

Já nos tempos do Império Romano, se conheciam as propriedades dos ovos, eram muito bons em elaborar receitas baseadas nesse ingrediente. E pensa-se que o leite creme não tenha sido exceção. Desde então até aos nossos dias as receitas de leite-creme têm evoluído.

As primeiras receitas de leite-creme datam do século XVII. Se as suas origens remontam a França, Inglaterra (Crème brulée) ou mesmo Espanha (Crema Catalana), é pouco claro. A primeira vez que se viu a receita de leite-creme foi num livro de Massaliot’s que data de 1691 em França. François Massaliot’s nasceu em Limoges em 1660 e morreu em 1733 em Paris. Ele preparou refeições para Monsieur Philippe, duque de Orleães, irmão de Luis XIV, Madame Princess Liselotte, mulher de Monsieur Philippe. Também preparou refeições para o Delfim (The Dauphin) e vários duques e marqueses. Desta forma é seguro dizer que foi um cozinheiro de sucesso.

No entanto o Trinity College de Cambridge, Inglaterra, também reclama como sua a origem do doce manjar. Eles defendem ser o primeiro produtor desta sobremesa no século XVII, onde o denominaram de “Cambridge Burnt Cream” ou “Trinity Cream” onde tinham um ferro de queimar o açucar especial, pois tinha o símbolo oficial do Trinity College.

Hoje em dia as variedades de leite-creme existentes são infindáveis. E há mesmo quem afirme que há tantas receitas de leite-creme quantas as pessoas que o confeccionam. É um prato simples mas delicioso, que é mundialmente famoso e reconhecidamente bom.
Leite-Creme... Quem não gosta?

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O que é INTOLERÂNCIA À LACTOSE ?

Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose, resultado da deficiência ou ausência da enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples,para a sua melhor absorção. Este problema ocorre em cerca de 25% dos brasileiros.

Como se desenvolve?
Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos.

Há três tipos de intolerância à lactose, que são decorrentes de diferentes processos:
1) deficiência congênita da enzima; é um defeito genético muito raro, no qual a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase. Como o leite materno possui lactose, a criança é acometida logo após o nascimento.
2) diminuição enzimática secundária a doenças intestinais; é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre devido à diarréia persistente, pois há morte das células da mucosa intestinal (produtoras de lactase). Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas.
3) deficiência primária ou ontogenética. Estatisticamente, este tipo é o mais comum na população. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).
O que se sente?
É variável de pessoa a pessoa e de acordo com a quantidade ingerida.
Devido a deficiência, a lactose não digerida continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo ácido láctico e gases (gás carbônico e o hidrogênio, que é usado nos testes de determinação de intolerância à lactose). A presença de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a pressão osmótica (retenção de água no intestino), causando diarréia ácida e gasosa, flatulência excessiva (excesso de gases), cólicas e aumento do volume abdominal.
Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas. Apesar de os problemas não serem perigosos, eles podem ser bastante desconfortáveis.
Os pacientes percebem então um aumento de ruídos abdominais, notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A queixa de ardência anal e assadura. Isto acontece porque a acidez fecal passa a ser intensa (pH 6,0).
Entretanto a maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, normalmente não tem evidências de desnutrição, nem mesmo grande perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a associação da intolerância com outras doenças gastrointestinais.

Como diagnosticar
?
A intolerância à lactose pode ser diagnosticada por três testes:
1. Teste de tolerância. Consiste em fornecer lactose pura ao paciente e
durante as horas seguintes, amostras de sangue indicam os níveis de glicose. Se a pessoa for tolerante à lactose, a concentração de glicose no sangue aumenta, e se for intolerante ela aumenta muito pouco ou não aumenta. Este teste não é usado em crianças muito novas, pois a grande carga de lactose pode causar diarréia e desidratação, acarretando sérios problemas .
2. Monitoração da quantidade de hidrogênio nos gases exalados pela
respiração, após a ingestão da lactose. O hidrogênio é produzido na fermentação da lactose pelas bactérias quando ela chega ao intestino grosso, onde não deveria chegar. O hidrogênio é absorvido pelo intestino, transportado pela corrente sangüínea até os pulmões e, então, exalado pelo ar expirado. Se o paciente consumir leite, por exemplo, e a concentração de hidrogênio do ar exalado aumentar, isto indica que a lactose não foi propriamente digerida. Este teste, assim como o de tolerância à lactose, não é usado em crianças muito novas pelo mesmo motivo. Alguns medicamentos e alimentos, além de cigarro, podem interferir no teste.
3. Teste de acidez das fezes. Detecta os ácidos produzidos pela má digestão
da lactose. Este teste é útil em crianças muito novas e pode fornecer alguma idéia se a criança é intolerante à lactose.
E que tratamento ?
Não há tratamento para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados pela dieta. Nos casos em que o leite é essencial, como nos recém-nascidos com as formas congênita ou secundária da doença, a opção é o uso de leite de soja, que não tem lactose. Mas a maioria dos jovens e adultos não precisa evitar a lactose completamente. As pessoas possuem diferentes níveis de intolerância à lactose.
As pessoas com esta intolerância não necessitam de uma dieta extremamente rigorosa, basta que se tenha alguns cuidados básicos sobre o que se deve comer. Se os sintomas forem devidos só à não digestão da lactose: substituição do leite por iogurtes e queijo e/ou a ingestão de cápsulas de lactase podem resolver o problema. Assim o controle da dieta para as pessoas intolerantes depende de se experimentar os limites que cada um suporta, usando a tentativa e erro. Para aquelas pessoas que reagem a pouca quantidade de lactose, é possível encontrar no mercado leite cuja lactose foi hidrolisada (quebrada) industrialmente. Já existe no mercado brasileiro leite UHT hidrolisado, ou com baixo teor de lactose, sendo produzido por diversas empresas. Este tipo de leite é semelhante ao leite UHT, com sabor normal, contendo todos os nutrientes do leite, apesar de ser um pouco mais doce. Já existe também o leite hidrolisado em pó. Curiosamente, os iogurtes, mesmo quando ingeridos em grande quantidade, não causam sintomas, já que as bactérias presentes nas suas fórmulas (lactobacilos) produzem lactase suficiente para a digestão da lactose.

Alimentos Proibidos
• Leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite;
• Preparações à base de leite (bolo, pudins, cremes, entre outros...);
• Bolachas, biscoitos que possuem leite em sua composição.

Alimentos Permitidos
• Carnes em geral;
• Margarina, geléias;
• Todas as leguminosas (feijão, vagem, lentilha...);
• Arroz e cereais em geral;
• Todas as verduras e legumes;
• Leite de soja e de arroz, queijo tipo tofu;
• Pães e bolachas que não contenham leite em sua composição.

DEVO LEMBRAR QUE ESTA ORIENTAÇÃO DIETÉTICA NÃO SUBSTITUI O ACOMPANHAMENTO PELO MÉDICO E NUTRICIONISTA

sexta-feira, 21 de maio de 2010

PEIXE COM BROCOLIS E PURÉ DE BATATA

Os peixes gordos (como a sardinha, o atum, o salmão, a cavala, a truta, o arenque, as anchovas, as enguias, etc.) são ricos em vitaminas lipossolúveis como as vitaminas A, D, E e K, e contêm elevados teores de iodo, um mineral essencial ao bom funcionamento da tiróide. Claro que os peixes gordos têm cerca do dobro das calorias dos peixes magros. Esta diferença deve-se ao elevado teor de gordura desaconselhados a pessoas que sofrem de problemas cardiovasculares, a gordura presente no peixe é muito saudável e benéfica para o coração.
Me perdoem meus queridos leitores, minha insistência no tema dos benefícios da ingestão de peixe. Sei que não é ingrediente barato, mas sempre deve escolher conforme a época do ano e safra aquele que é mais em conta.
Aqui vai uma pequena receita para ajudar na ingestão da famigerada vitamina D.

PEIXE COM BROCOLIS E PURÉ DE BATATA

INGREDIENTES

1 kg de peixe desfiado.
2 pimentões, 1 amarelo e outro vermelho ( mas se não tiverem façam com 2 verdes)
3 cebolas
cheiro verde
pimenta vermelha a gosto.
1 kg de batata.
1 maço de brocolis.
queijo ralado

MODO DE PREPARO
1. Fazer o pure de batatas, resevar.
2. Cozer o peixe em água e sal. Deixar arrefecer e retirar todas as espinhas. Desfiar e reserve.
3. Colocar o azeite, as cebolas, os pimentões e o peixe.
4. Refogar por uns 5 mimutos.
5. Colocar no refratário o peixe regar com azeite, colocar por cima o brocolis depois o puré.
6. Levar ao forno pra gratinar.

Rendimento: 6 porções

Bom, o negócio então é comer peixe, ou quem sabe, um lanche com leite, sanduíche com ovos e, principalmente, tomar um solzinho.
Bom apetite !

domingo, 9 de maio de 2010

LEMBRANDO O DIA DAS MÃES:


Neste dia das mães é importante lembrar daquelas que iniciam a nova tarefa de serem mães.

Alimentação durante a gravidez e amamentação !


A nutrição no período da gravidez deve ser modificada, pois o estado nutricional da gestante, afeta e muito, o resultado de sua gravidez, interferindo especialmente no peso de nascimento do bebê. A alimentação adequada é muito importante para um bom desenvolvimento do ser humano, ela se inicia na gestação, é por isso que devemos seguir um acompanhamento com um profissional especializado para ter um bom desempenho desde a primeira etapa da vida.
Você sabe quais alimentos você deve ou não ingerir para que seu bebê tenha um bom desenvolvimento em sua gestação?
E durante a amamentação, você sabe qual alimentação seguir para não prejudicar seu bebê?
O ideal seria que a gestante aumentasse a ingestão de nutrientes por meio de uma alimentação saudável e balanceada, sem precisar de suplementação. Também apesar do aporte calórico ter que ser aumentado, não existe a necessidade de dobrar as calorias, afinal o feto não tem o mesmo peso de um adulto. É difícil especificar as exigências de energias precisas como um todo, afinal, as necessidades variam com o peso pré-gravidez, quantidade e composição do ganho de peso, estágio da gravidez e nível de atividade.
Para se encontrar a quantidade de calorias necessárias para cada gestante, é necessário que haja um acompanhamento de um médico e nutricionista, que através de alguns cálculos, atribuirá o ganho de peso apropriado, baseado no seu IMC (Índice de massa corpórea). Ao invés de estabelecer uma recomendação aplicável a todas as mulheres, as recomendações de energia devem ser avaliadas individualmente.Alguns cuidados gerais podem ser contudo seguidos, durante a Gravidez:- Consumir energia suficiente para um ganho de peso do bebê, a mesma será especificada por seu médico e nutricionista;
- No inverno aumentar o aporte calórico, para permitir o aquecimento do bebê;- Evitar alimentos que causem náuseas e azia, prestando sempre atenção quais são estes alimentos para serem evitados;
- Consumir alimentos ricos em fibras para evitar a prisão de ventre;
- Consumir no mínimo 2 litros de água por dia, afinal a água é vital para a gestante e para o bebê;
- Consumir maior quantidade de proteínas de origem animal (carnes, leite, etc..) e vegetal (vegetais verdes escuros);
- Evitar a ingestão de álcool;
- O sódio (sal) não deve ser em excesso (no máximo 2g/dia);
- Reduzir a cafeína, encontrada em cafés, chás e refrigerantes;
- A suplementação de ferro e Folato, estipulada pelo médico.


Não deve ser esquecido também o preríodo da amamentação pois é muito importante seguir uma alimentação adequada, afinal, a amamentação exclusiva no peito é essencial durante os seis primeiros meses de vida. O leite materno é superior a qualquer fórmula artificial, nele você encontrará, propriedades nutricionais superiores, fatores anti–infecciosos que protegem os bebês, é menos alérgeno, promove um bom desenvolvimento da mandíbula e dentes, é bacteriologicamente seguro, não tem custo, promove um maior contato entre a mãe e a criança, e muitos outros benefícios.
Para garantirmos uma amamentação no peito com sucesso devemos realizar uma dieta adequada. O volume do leite não é afetado pela ingestão diária materna, a influência no volume é a freqüência de amamentação do bebê, porém, a composição do leite, varia de acordo com a dieta da mãe.
Alguns cuidados podem ser seguidos durante a Amamentação:

- Aumentar o suporte calórico das dietas, de acordo com as necessidades estipuladas por seu médico ou nutricionista;
- Evitar alimentos, como feijão, repolho, refrigerantes, esses alimentos poderão causar gases no bebê;
- Ingerir de 2 a 3 litros de líquidos diariamente, nesta fase precisamos de mais líquidos para a produção do leite;- Consumir maior quantidade de proteínas de origem animal (carnes, leite, etc..) e vegetal (vegetais verdes escuros);
- Evitar o consumo de álcool;
- Reduzir a cafeína, encontrada em cafés, chás e refrigerantes;
- Ao amamentar, deixar que uma mama esvazie bem para oferecer a outra, para ter certeza que seu bebê estará ingerindo todas as propriedades do leite;- Evite oferecer qualquer alimento ou bebidas como chás ou sucos, pois até os 6 primeiros meses, o leite materno é completo, e tem todas as propriedades que seu bebê precisa
.