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domingo, 6 de junho de 2010

ALIMENTAÇÃO NO INVERNO


Meus queridos leitores, de certo já repararam que no Inverno e seu friozinho, ficamos com mais fome !? E pior que isso, a preguiça para as atividades físicas também surge e as comidas calóricas se tornam muito tentadoras. Paralelamente nesta época ocorre uma diminuição na produção de serotonina, um neurotransmissor que provoca a sensação de bem-estar, e que no inverno, diminui. Para suprir esta sensação de tristeza, depressão e desânimo é que a maioria acaba compensando com os alimentos.
O inverno pode ser lindo, aconchegante, charmoso, mas também alguns perigos parecem estar presentes. com os alimentos altamente calóricos consumidos com a “desculpa” que nos ajudar a aquecer, como os fondues de queijo, chocolate, bolos, molhos à base de cremes, bebidas alcoólicas ou mais cremosas, massas com queijos fumegantes.... Desta forma, é essencial conseguir saber trocar aquele doce e espesso chocolate quente pelo conforto de um mesmo achocolatado, porém com menos calorias ou até mesmo com um chá quente. É que além de resultar em kilos a mais, o mais perigoso são os prejuízos à saúde. Não é só importante mencionar as calorias a mais ingeridas no inverno, mas se estes excessos durarem pode ocasionar o aumento de gordura corporal, alterações nos níveis de colesterol, triglicérides, glicemia e inclusive elevação da pressão arterial, representando assim maiores riscos de problemas cardiovasculares.
Além de aumentar nosso apetite, sabe-se que o gasto energético nessa época do ano também é maior pois o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal normal, mas este esforço a mais do organismo não chega a 10% do gasto diário de calorias para ativar mais o metabolismo a ponto de equilibrar a temperatura corporal. Assim, sinto muito informar, mas o inverno não é desculpa para exagerar nos doces, queijos, massas nem para aposentar a salada. Para que isso não aconteça, é importante não abandonar os legumes nesta época do ano, pois há formas deliciosas de consumi-los . Em forma de omeletes, sanduíches, sopas, cozidos e refogados!
As frutas não podem ser simplesmente banidas nesta época bem pelo contrário, deve existir a ingestão de 5 porções de frutas por dia. Lembrem que a vitamina C, por exemplo ajuda na prevenção de gripes, lembram? As porções diárias recomendadas continuam as mesmas nessa época do ano: três a cinco porções de frutas e, três porções de verduras e/ou legumes.
Muito importante também o consumo de bastante líquido (8 a 10 copos ao dia).

sábado, 10 de abril de 2010

CONSUMO DE FRUTAS NO BRASIL É BAIXO


Embora o Brasil seja um grande produtor mundial de frutas e hortaliças, com grande abundância de variedades nas diferentes regiões do país, o brasileiro ainda é um péssimo consumidor destes alimentos, priorizando outros de inferior valor nutricional, tais como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes.
O péssimo resultado deste hábito é o crescente número de obesos, com aumento do risco de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso e sedentarismo, como as cardiovasculares.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário mínimo para um adulto deve ser de cinco porções, ou 400 gramas de frutas e legumes. No Brasil, a ingestão não chega a um terço destes valores. Segundo a mais recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), frutas, verduras e legumes correspondem a apenas 2,3% das calorias totais ingeridas pela população.
No estudo, da amostra de cerca de 10 mil famílias, foram levantadas informações sobre o perfil de consumo e os determinantes do não-consumo. Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o não consumo destes artigos é o preço dos alimentos. A falta de hábito e de tempo para o preparo também pesou na hora da escolha.
Um novo estudo sobre o tema já está sendo finalizado, e os valores não são nada animadores. Parece que o triste cenário encontrado nas últimas três décadas do século 20, em que houve um declínio no consumo de alimentos básicos, tais como cereais, frutas e hortaliças na cidade de São Paulo, deve se manter.
Diante deste futuro sombrio, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, desenvolve, desde 2007, um projeto para subsidiar ações em comunidades atendidas pelo Programa de Saúde da Família (PSF), para incentivar a população a consumir mais frutas, legumes e verduras. O grupo elaborou, por exemplo, uma série de livretos e cartilhas, disponíveis gratuitamente no site da Embrapa, para incentivar o consumo de vegetais, com recomendações nutricionais, quantidades a serem ingeridas e dicas de receitas. O material é também voltado a profissionais das áreas de nutrição e educação, pois oferece sugestões de como trabalhar o tema para estimular a alimentação saudável. Os textos seguem as diretrizes do Ministério da Saúde e orientam, entre outros aspectos, sobre o consumo de sal, gordura e açúcar, bem como alertam para a importância da prática regular de atividade física.

Referência(s)Autor):
Chico Damaso. Pesquisa de Orçamentos Familiares – IBGE. Disponível em http://www.ibge.gov.br. Acessada em 24/03/2010

domingo, 30 de agosto de 2009

ANVISA FAZ ALERTA SOBRE ALIMENTOS CONTAMINADOS


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou um alerta sobre a contaminação de agrotóxicos nos alimentos vendidos nos supermercados. Por meio de um estudo, foram avaliadas 17 culturas entre frutas, verduras e legumes. Das 1.173 amostras coletadas, 15,29% estavam irregulares quanto aos resíduos de agrotóxicos.

Ingredientes proibidos
Os resultados insatisfatórios referem-se tanto à quantidade de resíduos, que excedem os limites máximos estabelecidos em legislação, ou à presença de agrotóxicos não autorizados para aquele alimento.
Entre 2002 e 2006, foram proibidos os ingredientes ativos benomil, heptacloro, monocrotofós, lindano e pentaclorofenol. Outros, como captana, folpete, carbendazim, clorpirifós e metamidofós, tiveram restrição de uso.
Durante o ano de 2008, o trabalho de reavaliação de agrotóxicos utilizados no país foi marcado por longa batalha judicial. Foi necessário derrubar liminares favoráveis às empresas, que impediam a avaliação de seus produtos. Só assim a Anvisa pode dar continuidade ao seu trabalho.


Os campeões de irregularidades
O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades. Depois dele vêm morango, cenoura e uva. A boa notícia trazida pelo estudo foi que as irregularidades encontradas foram menores que aquelas verificadas no estudo anterior. O tomate, a batata, abanana, arroz, feijão, manga, batata, banana, cebola e maçã.


Prevenção
Para prevenir a ingestão excessiva de agrotóxicos, deve-se então lavar muito bem, em água limpa e corrente, frutas, verduras e legumes, e deixá-los de molho em uma solução de hipoclorito de sódio. A lavagem deve então ser repetida. Outra dica é dar preferência a produtos de época, que geralmente contêm menos resíduos de agrotóxicos, assim como os certificados, tais como orgânicos e com indicação de origem, que são alternativas mais seguras


Data: 17/04/2009

Autor(a): Chico Damaso

domingo, 16 de agosto de 2009

ORGÁNICOS ? MAS PORQUÊ ?

Já devem ter reparado, que cada vez mais aparecem nas bancas dos mercados, uns tais, produtos orgânicos. Será que devemos dar preferência ao consumo destes alimentos? Ou será que é só mais uma nova moda?
Lembram-se como os alimentos antigamente pareciam mais saborosos e até mais cheirosos ? Pois com os produtos orgânicos isso volta a acontecer.
Com os solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, os alimentos ficam mais nutritivos. A comida fica também mais saborosa, conservando suas propriedades naturais como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas e nocivas à saúde. Hoje em dia no Brasil, vários dos pesticidas utilizados estão proibidos em muitos países, em razão de consequências provocadas à saúde, tais como o câncer, as alergias e a asma. Entretanto, os alimentos de origem animal estão sendo contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não !
Ao comprar produtos orgânicos, apesar de não sentirem ou terem consciência exata da sua ação benéfica para o meio ambiente, estão adquirindo um conjunto de dois produtos. Os alimentos em si e um produto ambiental, estou falando desta vez na proteção e regeneração do meio ambiente. É importante lembrar que quando são utilizados agrotóxicos acontece a contaminação nas fontes de água potável. Cuidando desse recurso natural, garante-se o consumo de água pura para o futuro.
Mas estes produtos são mais caros, podem alguns dizer !


O alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional. Estaremos na verdade reduzindo indiretamente nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental. É importante lembrar que as crianças são os alvos mais vulneráveis da agricultura com agrotóxicos. “Quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira, de agrotóxicos que provocam câncer”, diz um relatório recente do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental).

Assim a agricultura orgânica, além de tudo, tem a grande tarefa de legar às futuras gerações um planeta reconstruído.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

BEM VINDO AOS SUCOS !

O hábito de beber um suco de frutas e vegetais ou legumes por dia poderá parecer um pequeno passo, mas que poderá levar a grandes mudanças relativas ao cumprimento das recomendações de consumo de frutas e legumes, de acordo com um novo estudo a ser apresentado por investigadores da Universidade da Califórnia-Davis esta semana, na conferência anual da “American Dietetic Association”.
Sete em cada dez adultos não cumprem as recomendações de ingestão diária de ingestão legumes, o que prejudica gravemente a boa nutrição do organismo. Investigadores estudaram a possibilidade de uma simples alteração no comportamento, como beber sucos de frutas e legumes, poderia ajudar e incentivar o consumo deste grupo de alimentos crítico. A resposta rápida: ajuda.
Os investigadores concluíram que a mudança no comportamento alimentar é muito mais eficaz quando o aconselhamento é complementado com soluções reais, tangíveis e de fácil implementação.
“O que descobrimos com este estudo é que beber suco de legumes parece dar resposta a alguns dos principais entraves ao consumo, tal como a conveniência, a portabilidade ou mesmo o gosto, por isso os indivíduos que estudamos conseguiram cumprir as doses diárias recomendadas”, disse Carl Keen, autor do estudo e professor de Nutrição e Medicina Interna na Universidade da Califórnia. “Além disso, quem de fato bebe sucos de legumes informaram que efetivamente gostaram de beber os produtos hortícolas, o que é crítico para se conseguir adotar hábitos de nutrição e alimentação mais saudáveis a longo prazo.”
Os estudos sobre nutrição indicam que os legumes são fundamentais para promover uma boa saúde, nomeadamente contribuindo para reduzir os fatores de risco de doenças cardíacas, diabetes e conseguir-se atingir um peso saudável.
“Os melhores tipos de legumes são aqueles que você consome, por isso é importante fornecer às pessoas uma variedade de opções de forma a que as possam incluir na sua alimentação,” diz Elizabeth Pivonka, da Fundação Produce for Better Health. “Essa é a razão porque nós encorajamos as pessoas a explorar todos os tipos de legumes e vegetais, tal como sucos, frescos, congelados ou enlatados, de modo a que consigam obter, pelo menos, uma porção em cada refeição”.

FRUTAS E SUAS VARIAÇÕES

Atender a recomendação diária de frutas nem sempre é tarefa prática ou facil. Elas precisem estar presentes no cardápio todos os dias, representadas por três a cinco porções, atingir este consumo é fundamental para que o organismo obtenha fibras, água, vitaminas e minerais suficientes para manter as suas funções diárias.
Cada fruta se destaca por um tipo de vitamina ou mineral, e tem variações na quantidade de água por isso a variedade também é importante.
Para atingir as recomendações diárias e garantir todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do seu organismo, vale misturar as frutas in natura com alimentos que contam com a participação delas. Sucos naturais, geléias, frutas secas e até mesmo sorvetes são maneiras diferentes de consumir as porções diárias, variando no sabor. No entanto, algumas regras devem ser seguidas para que a equivalência seja eficaz. Os sucos, por exemplo, precisam ser naturais e não podem ser coados, pois quando passados pela peneira, diversos benefícios das frutas, como as fibras necessárias para o funcionamento do intestino e para a manutenção da glicose e do colesterol, são perdidos. É importante lembrar se optar por sucos naturais, a ingestão deve ser feita logo depois do preparo, pois as vitaminas hidrossolúveis, como a vitamina C, por exemplo, são facilmente perdidas. Por isso, quanto menor for o intervalo entre a preparação e o consumo, melhor o seu aproveitamento.
Os sorvetes também devem ser obtidos das próprias frutas para que as vantagens se aproximem das frutas in natura, mas não podemos esquecer a presença de açúcar e gordura na composição deles.
No caso das geléias, procure as sem açúcar, mas certifique-se também que elas não sejam repletas de adoçantes. Eles fazem com que o produto perca a característica natural. Escolha geléias que sejam doces apenas pelo sabor da fruta, neste caso podem ser consumidas todos os dias, na quantidade de uma colher de sopa. Mas a geléia não deve substituir todas as porções de frutas do dia. Pode ser trocada apenas uma vez, pois apresenta uma grande perda de nutrientes no preparo. Mesmo assim, o doce vale como opção para dar sabor a alimentos como bolachas, pães e torradas.
No que refere as frutas secas é que elas não apresentam a mesma variedade das versões in natura. Fiquem atentos para os excessos, eles são mais facilmente cometidos quando a quantidade de água dos alimentos é reduzida. Além disso, apesar de práticas e ótimas para os lanches intermediários, as frutas secas apresentam mais calorias que suas versões naturais.